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Equipe de base do Judô brasileiro fará avaliação do evento-teste aos judocas que estarão no Rio 2016


























Acostumados com os tatames durante as competições, os judocas da seleção principal do Brasil estarão, nesta semana, acompanhando tudo das arquibancadas. Durante o evento-teste da modalidade, nos dias 8 e 9, as estrelas em ação serão atletas da equipe jovem. Para o grupo, que inclui medalhistas em Mundiais de Base e em Jogos Olímpicos da Juventude, ficou a tarefa de enfrentar os adversários internacionais e repassar aos judocas olímpicos todas as impressões do Torneio Internacional na Arena Carioca 1.

"Isso vai ser imediato. Convocamos oito atletas para o evento-teste, dois por categoria de peso. Após o evento, eles irão para o treinamento de campo com a seleção principal e vão nos dar um feedback da participação deles, do que pode influenciar os atletas nas Olimpíadas", explica o gestor de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Ney Wilson. "Os atletas da equipe principal vão comparecer ao evento-teste para acompanhar", completa.

A troca de experiência, desta vez dos mais novos para os mais velhos, será realizada durante o treinamento de campo no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), entre os dias 10 e 17 de março, com a participação de 72 brasileiros (37 no masculino e 35 no feminino). Ali, todos os judocas da seleção principal e que brigam pela classificação olímpica retornarão aos tatames para um período de atividades com atletas de outros seis países: Grã-Bretanha, Japão, Bélgica, República Tcheca, Canadá e Líbano. Ao todo, são esperadas mais de 170 pessoas, entre atletas e membros das comissões técnicas, em um dojô de 741m².

Já no evento-teste, competirão 122 atletas, de sete países: Brasil, França, Reino Unido, Alemanha, Hungria, Japão e Líbano. Entre os destaques estão o britânico Ashley Mckenzie, prata no Grand Slam de Tyumen no ano passado, e o alemão Dominic Ressel, bronze no Grand Prix de Dusseldorf neste ano e no Grand Slam de Baku, em 2015. Já o Japão e a França, assim como os anfitriões, inscreveram representantes da classe júnior.

Segundo Ney Wilson, o objetivo de usar a equipe mais nova no evento-teste é duplo. "São atletas que já fazem parte do nosso projeto para Tóquio-2020. Eles vão conhecer o ambiente olímpico, respirar o clima das Olimpíadas em uma arena dos Jogos. Como a briga pelo ranking e pela pontuação é prioritária neste momento e o evento não é de ranqueamento, optamos por levar os mais jovens, para que eles também se motivem para 2020", explica o dirigente.

O evento-teste contará com disputas das categorias meio-leve (52kg no feminino e 66kg no masculino) e meio-médio (63kg entre as mulheres e 81kg entre os homens). Foram convocados: Gabriel Pinheiro (66kg), 21 anos, campeão pan-americano Sub-21 em Buenos Aires 2014; Daniel Cargnin (66kg), 18 anos, bronze no Mundial Sub-21 em Abu Dhabi 2015; Jéssica Pereira (52kg), 21 anos, prata no Mundial Sub-21 em Ljubljana 2013; Layana Colman (52kg), 19 anos, campeã dos Jogos Olímpicos da Juventude em Nanquim 2014 e bronze no Mundial Sub-18 em Miami 2013; Jéssica Santos (63kg), 22 anos, campeã pan-americana Sub-21 em Buenos Aires 2014; Aléxia Castilhos (63kg), 21 anos, campeã do Circuito Pan-Americano Sub-21 em Porto Rico e na República Dominicana; Eduardo Yudi Santos (81kg), 21 anos, vice-campeão pan-americano Sub-21 em Buenos Aires 2014 e campeão brasileiro sênior Maceió 2015; e Rafael Macedo (81kg), ouro no Mundial Sub-21 em Fort Lauderdale 2014.

O torneio ainda contará com a participação de outros 88 atletas brasileiros que, apesar de não terem sido convocados pela confederação, se inscreveram para as vagas restantes nas chaves da competição. São 32 na categoria -66kg, 28 na -81kg, 13 na -52kg e 15 na -63kg.

Foto: Ministério do Esporte

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