Guia do Mundial de Handebol Feminino 2019 - Grupo C

Vamos ao terceiro grupo deste Mundial, que é o que conta com mais seleções europeias.

ROMÊNIA


Participações: Disputou todas as edições
Melhor colocação: Campeã em 1962
Posição no último Mundial: 10° lugar

Primeira Fase:
30 de novembro - Romênia x Espanha
1° de dezembro - Senegal x Romênia
3 de dezembro - Romênia x Cazaquistão
4 de dezembro - Montenegro x Romênia
6 de dezembro - Romênia x Hungria

Única nação a disputar todas as edições, a Romênia tem todas as jogadoras do elenco atuando no país. A principal delas é a armadora Cristina Neagu, eleita a melhor jogadora do mundo pela IHF em quatro oportunidades (2010, 2015, 2016 e 2018).

Outra jogadora que merece destaque é a pivô Crina Pintea, que assim como Neagu atua no CSM Bucareste. Pintea foi eleita a melhor pivô da Euro 2018 e da última temporada da Champions League, quando atuava pelo Gyõri (HUN).

Quem retornou ao comando técnico foi o sueco Tomas Ryde. Em sua primeira passagem entre março de 2015 e outubro de 2016, levou a Romênia ao 3° lugar no Mundial 2015.


HUNGRIA


Participações: 21
Melhor colocação: Campeã em 1965
Posição no último Mundial: 15° lugar

Primeira Fase:
30 de novembro - Hungria x Cazaquistão
1° de dezembro - Espanha x Hungria
3 de dezembro - Hungria x Montenegro
4 de dezembro - Hungria x Senegal
6 de dezembro - Romênia x Hungria

Assim como a Romênia, a Hungria também conta com todas as jogadoras atuando no handebol local, que tem a equope do Ferencváros com base da seleção. Lá atuam a central Anikó Kovacsics, eleita a jogadora do ano no país, a goleira Blanka Bíró, eleita a revelação da temporada 2016-17 da Champions League e a armadora Noémi Háfra, eleita para a seleção da Euro 2018.

A Hungria é o segundo país que mais subiu ao pódio na história do Mundial, ficando nove vezes entre os três primeiros. Porém não conquista uma medalha desde 2005, quando foi bronze na ocasião. Sinalizando o início de um período de reconstrução chegou em 2016 o tecnico dinamarquês Kim Rasmussen, que foi medalha de bronze com a Polônia nos Mundiais de 2013 e 2015 e levou o CSM Bucareste ao inédito título da Champions League na temporada 2015-16.


MONTENEGRO


Participações: 4
Melhor colocação: 6° lugar em 2017
Posição no último Mundial: 6° lugar

Primeira Fase: 
30 de novembro - Montenegro x Senegal
1° de dezembro - Cazaquistão x Montenegro
3 de dezembro - Hungria x Montenegro
4 de dezembro - Montenegro x Romênia
6 de dezembro - Montenegro x Espanha

Montenegro é outra seleção emergente no cenário mundial. Na última edição do torneio conquistaram o 6° lugar, melhor colocação após quatro participações. A seleção do país teve um ano fantástico em 2012, conquistando a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres e o título da Euro.

Para fazer bonito neste Mundial, Montenegro conta com a experiência de algumas remanescentes destas últimas campanhas, como a armadoras Katarina Bulatovic, de 35 anos, e ponteira Jovanka Radicevic, de 33 anos, eleita para a seleção da última temporada da Champions League, quando defendia o CSM Bucareste.


ESPANHA


Participações: 9
Melhor colocação: 3° lugar em 2011
Posição no último Mundial: 11° lugar

Primeira Fase:
30 de novembro - Romênia x Espanha
1° de dezembro - Espanha x Hungria
3 de dezembro - Espanha x Senegal
4 de dezembro - Cazaquistão x Senegal
6 de dezembro - Montenegro x Espanha

A Espanha teve o 3° lugar do Mundial do Brasil em 2011 como sua melhor participação. No ano seguinte, tiveram sua melhor participação na história dos Jogos Olímpicos, conquistando a medalha de bronze em Londres. Dois anos mais tarde, tiveram uma outra inédita conquista, sendo vice-campeãs europeias.

Quem estava no comando técnico em todas estas campanhas era Jorge Dueñas, hoje técnico da Seleção Brasileira. Dueñas treinou a Espanha durante dez anos (2007-2017). Em seu lugar assumiu Carlos Viver, que terá uma dura missão de recolocar a seleção do país entre os primeiros colocados.

A grande ausência será da ponteira Carmen Martin devido a uma lesão. Martin foi eleita para a seleção da Euro 2018, no qual as espanholas ficaram em 12° lugar. Porém contará com a central Nerea Pena e a armadora Alexandrina Cabral.


SENEGAL


Participações: Estreante

Primeira Fase:
30 de novembro - Montenegro x Senegal
1° de dezembro - Senegal x Romênia
3 de dezembro - Espanha x Senegal
4 de dezembro - Hungria x Senegal
6 de dezembro - Senegal x Cazaquistão

Senegal é a única seleção estreante nesta edição de Mundial. A vaga foi obtida graças ao vice-campeonato africano conquistado no ano passado. Foi apenas a segunda vez que as senegalesas chegaram a uma final continental, algo que havia acontecido apenas em 1974.

Senegal chega ao Japão apenas com a pretensão de ganhar experiência internacional. Os principais nomes da seleção são a goleira Hatadou Sako, jogadora do Nice e eleita a melhor da posição nos Campeonatos Africanos e Francês e as ponteiras Raissa Dapina e Dienaba Sy, que também atuam no handebol francês.


CAZAQUISTÃO


Participações: 4
Melhor colocação: 18° lugar em 2007
Posição no último Mundial: Não disputou

Primeira Fase:
30 de novembro - Hungria x Cazaquistão
1° de dezembro - Cazaquistão x Montenegro
3 de dezembro - Romênia x Cazaquistão
4 de dezembro - Cazaquistão x Espanha
6 de dezembro - Senegal x Cazaquistão

Com apenas quatro participações no currículo, o Cazaquistão é outra seleção que disputará o Mundial sem grandes pretensões. A principal jogadora da seleção é a ponteira Marina Pikalova, que chegou a ser nomeada pela federação de handebol do país como técnica da seleção, porém a entidade voltou atrás e anunciou posteriormente Berik Beknazarov como treinador. Beknazarov treinou a seleção feminina júnior, conquistando o 24° lugar no Mundial da Polônia em 2018.

Confira também:

Grupo A

Grupo B

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