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Brasil termina em 9º na segunda etapa da Rugby Sevens Challenger Series

Jogadores de Brasil e Coreia do Sul durante a partida
Foto: Divulgação/World Rugby

O domingo, dia 30, foi de fechamento da 2a etapa do Rugby Sevens Challenger Series, a divisão de acesso à elite mundial do rugby sevens. Em Stellenbosch, na África do Sul, o Brasil terminou o torneio no 9º lugar, ao vencer a Coreia do Sul por 35 a 0. O resultado garantiu ao Brasil o 8º lugar geral no circuito, o que significa o 23º lugar no mundo, somando as duas divisões mundiais.

Depois de vencerem o Zimbábue no sábado, os Tupis deram o troco sobre os sul-coreanos após a derrota para o time asiático na fase de grupos. Os brasileiros se impuseram do começo ao fim marcando 5 tries ao todo. Rafael “Latrell” e Robson “Varejão” fizeram os tries no primeiro tempo, que acabou com os Tupis reduzidos a 6 jogadores por amarelo para David “Bob”. O homem a menos não foi um problema e o Brasil marcou mais 3 tries no segundo tempo, mostrando capacidade de superação. Anotaram Lucas Drudi, Lorenzo Massari e David “Bob”.

Tonga foi a grande campeã no torneio masculino. O time da Oceania perdeu a final por 28 a 26 para a Bélgica, que se sagrou campeã da etapa, mas assegurou o título geral do World Rugby Sevens Challenger. O jogo crucial foi a semifinal contra a Alemanha, com a vitória de Tonga por 33 a 26 se provando decisiva. 

Com o resultado, Tonga jogará entre os dias 12 e 14 de maio o torneio de repescagem em Londres, Inglaterra, contra o 12º, 13º e 14º colocados da primeira divisão mundial, que ainda serão definidos, valendo a promoção. Isto porque a primeira divisão mundial será reduzida de 15 para 12 países entre os homens.

Entre as mulheres, a África do Sul voltou a ser campeã e está promovida diretamente à elite mundial. As Springboks fizeram 17 a 14 sobre a Bélgica na final e estarão no World Rugby Sevens Series, a primeira divisão mundial, na temporada 2023-24, somando-se a Nova Zelândia, Austrália, França, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Fiji, Irlanda, Canadá, Japão, Espanha e Brasil. Entre as mulheres, a primeira divisão mundial será expandida de 11 para 12 seleções.

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