Erik Cardoso vence 100m e Brasil fatura 30 medalhas no primeiro dia do Sul-Americano Sub-23 de atletismo - Surto Olímpico

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Erik Cardoso vence 100m e Brasil fatura 30 medalhas no primeiro dia do Sul-Americano Sub-23 de atletismo

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No primeiro dia de competição do Sul-Americano Sub 23 de atletismo, neste sábado (16), no Estádio Modelo Alberto Spencer, em Guayaquil, Equador, o destaque foi para a vitória do homem mais rápido da América do Sul em 2021, Erik Felipe Cardoso.

O brasileiro venceu os 100m com o tempo de 10.25 (0.2), seguido pelo compatriota Lucas Rodrigues Silva, com 10.41. Fechando o pódio esteve o equatoriano Anderson Marquinez, com 10.46.

“Estou muito feliz com a conquista da medalha de ouro. Acho que fiz uma excelente prova graças a Deus. A medalha é do Brasil e agradeço a todos pelo apoio, especialmente meus treinadores”, disse o atleta.

Ao todo, o Brasil faturou 30 medalhas no primeiro dia de disputas, sendo 13 ouros, 9 pratas e 8 bronzes. Foram 15 pódios para os homens e 15 para as mulheres.

Nos 1.500m, ouro foi para o brasileiro Eduardo Ribeiro, com 3:48:44, melhorando seu recorde pessoal, seguido pelo argentino Leandro Leonel Perez, com 3:49:16 e pelo também brasileiro Matheus Estevão da Silva Borges, com 3:51:13.

Na primeira prova da competição, a vitória ficou com o atleta olímpico Matheus Gabriel Correa, na marcha atlética 20.000m, com o tempo de 1:24:30.45. Nos 10.000m, dobradinha brasileira com Fabio Jesus Correia (30:27.47) e Juliano de Araújo (30:37.09).

Outro ouro brasileiro foi conquistado pelo mineiro Luiz Mauricio Dias da Silva no lançamento de dardo, com 70,73m.

No 4x400m misto, a equipe formada por Evandro Martins, Tiffani Marinho, Giovana Santos e Marcos Vinícius Moraes, venceu com 3:25.09.

No salto em altura, a mato-grossense Arielly Lailayne Rodrigues foi prata com 1,77m. Isabelle Cristina de Almeida foi prata nos 1.500m (4:30.13), seguida da paranaense Gabriela Tardivo, de apenas 17 anos, bronze com 4:31.13.

Nos 100m feminino, Gabriela Mourão foi prata com 11.77 (0.5) atrás apenas da equatoriana Gabriela Suarez, com 11.46

Atleta olímpica, Ketiley Batista vence os 100m com barreiras

No período da tarde nos 100m com barreiras, o ouro ficou com a atleta olímpica Ketiley Batista, com a marca de 13.45, com vento acima do permitido (2,4).

Fechando o pódio a também brasileira Daniele Campigotto ficou com o bronze, com 14.44. A equatoriana Nicol Daysi Caicedo foi prata, com 13.98.

No salto em distância, dobradinha brasileira com Taina Guerino Fernandes, com 6,44 (3.6), seguida da compatriota Lissandra Campos, com 6,33 (1.8)

Nos 3.000m com obstáculos, a descendente de indígena Xukuru, Mirela Leite da Silva, venceu com 10:28.93, superando a argentina Clara Macarena Baiocchi (10:41.61) e a colombiana Stefani Lopez Mendoza (10:44.79).

O paulista Alencar Chagas Pereira ganhou o lançamento do martelo com 69,82m.

Nos 10.000m feminino, Maria Lucineida Moreira venceu com a marca de 35:25.83, assim como Douglas Hernandes Mendes, nos 400 m, com 47.22. No arremesso de peso dobradinha brasileira com Maria Fernanda Rodrigues de Aviz, ouro, com 16,28 m e com Milena Jaqueline Sens, prata com 15,92m.

No lançamento de dardo, Deisiane Teixeira foi bronze, com 52,79m. Já no lançamento de disco, Valquiria Aparecida Meurer foi bronze com 53,27m.

Nos 400m, Maria Victoria Sena foi prata, com 52.86, e no masculino João Henrique Falcão foi bronze com 53.27.

O Brasil encerrou o dia com 30 medalhas, sendo 13 de ouro, 9 de prata e 8 de bronze e na liderança da competição.

Foto: Wagner Carmo/ CBAt

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