Guia das Transmissões de Tóquio 2020 - Surto Olímpico

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Felipe dos Santos

Como tantas outras coisas (nos Jogos Olímpicos e no mundo) que foram alteradas ou mesmo inviabilizadas pela pandemia de COVID-19, a cobertura da televisão brasileira mudou brutalmente entre fevereiro do ano passado, quando já se anunciavam os primeiros frutos do planejamento, e o que será visto entre 21 de julho e 8 de agosto, em Tóquio. Prova disso é o número de enviados: com uma pandemia de gravidade considerável, ainda mais em terras japonesas, só mesmo os nomes mais indispensáveis estarão na capital nipônica para os trabalhos televisivos. A maioria dos escolhidos para as equipes trabalhará dos estúdios no Brasil.

O que não quer dizer que Globo (exibidora exclusiva dos Jogos na televisão aberta), SporTV e Bandsports (as opções da televisão a cabo) estarão acanhadas nas Olimpíadas. Longe disso. Como já é de praxe nas coberturas globais dos últimos anos, os dois canais do grupo carioca de mídia estarão praticamente juntos, compartilhando equipes, ostentando estrutura luxuosa nos estúdios no Rio de Janeiro. O Bandsports, por sua vez, aposta na manutenção da tradição esportiva do Grupo Bandeirantes - mas também se vale do fato de ter mais destaques que viajaram a Tóquio para as transmissões, com a cobertura olímpica simbolizando a reanimação que o esporte vive no conglomerado da família Saad.

Sendo assim, sem perder tempo, é hora de indicar um pouco do que se verá na televisão brasileira (e não só nela) durante as disputas. Mas só um pouco: a descrição mais profunda virá no "capítulo especial" pós-Olimpíadas, em agosto, para se integrar à série sobre a história das coberturas dos Jogos Olímpicos na televisão brasileira. Para quem gostou, fica a dica.


Emissora aberta


Os destaques da equipe:

Narração: Galvão Bueno, Cléber Machado, Luís Roberto e Everaldo Marques

Comentários: Casagrande, Roger, Júnior, Caio, Cristiane e Ana Thaís Matos (futebol), Fabi e Tande (vôlei), Hortência (basquete), Gustavo Borges, Joanna Maranhão e César Cielo (natação), Flávio Canto (judô), Claudinei Quirino (atletismo), Daiane dos Santos e Diego Hypólito (ginástica artística), Bob Burnquist (skate) e Alejo Muniz (surfe)

Repórteres: Carlos Gil, Eric Faria (exclusivo do futebol masculino), Lizandra Trindade (exclusiva do futebol feminino), Bárbara Coelho, Pedro Bassan, Carol Barcellos, Júlia Guimarães, Guilherme Pereira, Guilherme Roseguini, Marcelo Courrege e Kiko Menezes

Apresentação: Bárbara Coelho, Tiago Medeiros, Carol Barcellos, Alex Escobar, Felipe Andreoli e Lucas Gutiérrez

Participação: Marcos Uchôa

Mesmo com boa parte do grupo de risco dos membros da equipe de esportes já vacinado contra a COVID-19 (com as duas doses), a Globo preferiu não dar mais motivos para críticas. Por opção da direção de esportes, só os repórteres foram a Tóquio para fazerem os trabalhos olímpicos - não sem antes cumprirem rigorosa quarentena, no Brasil e na escala da viagem ao Japão.

Mas para tentar fazer a união Brasil-Japão nas madrugadas olímpicas, a emissora da família Marinho não poupou esforços nem dinheiro. A começar pelo centro dos trabalhos: um estúdio de 400 metros quadrados no Rio de Janeiro, com quatro telões de 80 metros quadrados cada um, todos exibindo imagens de Tóquio, por câmeras instaladas pela Globo em pontos estratégicos da capital japonesa, sendo ininterruptamente exibidas nas transmissões ao vivo. Tudo para dar ao telespectador menos atento a impressão de que, sim, todos "estão" em Tóquio. E mostrando muita coisa. Basta dizer que todos os programas conhecidos da Globo na madrugada e na manhã - "Altas Horas", "Conversa com Bial", os "Bom Dia" regionais, o "Bom Dia Brasil", o "Mais Você", o "Encontro com Fátima Bernardes", em alguns dias até o "Jornal da Globo" - serão suspensos enquanto os Jogos acontecerem.

Na equipe, a rigor, poucas surpresas em relação ao que já se conhece da Globo. Ainda que assumidamente chateado por não poder estar no local de competições (embora compreenda), na décima cobertura olímpica (a última?) de sua carreira, Galvão Bueno seguirá sendo a cara e a voz global nos eventos principais - a começar pela cerimônia de abertura da sexta, 23 de julho, quando terá ao lado o velho conhecido Marcos Uchôa, além de Fabi, Flávio Canto e Daiane dos Santos. Cléber Machado e Luís Roberto, também já de imagem mais do que célebre, também narrarão boa parte das disputas.

Até nos comentários, boa parte dos nomes da equipe da Globo já foi vista no canal em Jogos Olímpicos passados. Para nem falar do futebol (Casagrande, Júnior, Roger, Caio, Ana Thaís Matos, todos rostos muito conhecidos do espectador), Hortência já vai para suas terceiras Olímpiadas como comentarista global. A mesma coisa com Gustavo Borges, na natação. Daiane dos Santos e Flávio Canto comentarão Olimpíadas pela segunda vez no canal da família Marinho. Tande, então, já enfileirará sua quarta edição de Jogos nos comentários da Globo para o vôlei - em que Fabi também é cara habitual na emissora. E não é por não poder estar em Tóquio, no seu nono trabalho em Jogos Olímpicos, que Marcos Uchôa será menos utilizado: já previsto como comentarista da cerimônia de abertura, o repórter carioca será massivamente utilizado nos trabalhos globais, sempre como convidado nos estúdios, para opinar sobre o que ocorre na capital japonesa.

Mas há quem seja neófito em comentários olímpicos na televisão. E estreará pulando das disputas para os estúdios justamente na Globo. Quase todos, nomes de capacidade esportiva comprovada. Para citar um nome: César Cielo, dois bronzes e um ouro nas piscinas em Olimpíadas, acompanhará Gustavo Borges nos comentários sobre o que ocorre nas piscinas do Centro Aquático Olímpico de Tóquio. Outro nome? Se o skate estreará no programa olímpico, Bob Burnquist, brasileiro que marcou época nos half-pipes mundo afora, é um dos mais abalizados nomes que se poderia pensar para os comentários da Globo. Alejo Muniz comentará o que ocorrer no surfe, outro estreante entre as modalidades olímpicas. E há quem seja um "quase-estreante": Cristiane, que foi convidada da emissora na transmissão da final da Copa do Mundo do futebol feminino em 2019, foi prontamente trazida para acompanhar Ana Thaís Matos nos comentários do futebol das mulheres, tão logo se soube que ela não fora uma das convocadas de Pia Sundhage.

E entre os repórteres globais, que efetivamente estarão em Tóquio, alternância entre quem aparecerá mais e quem será a aposta da vez. No primeiro caso, o destaque irá para Bárbara Coelho e Carol Barcellos: mais do que acostumadas às apresentações dos programas esportivos da emissora (Bárbara no "Esporte Espetacular", Carol Barcellos na edição carioca do "Globo Esporte"), ambas sempre estarão a postos para flashes diretamente das ruas de Tóquio, e também farão muitas reportagens. No segundo caso, está aquele que é tido e havido como a grande aposta da Globo. 

Notabilizado pelo carisma e irreverência com que apresenta a edição do "Globo Esporte" em Pernambuco, Tiago Medeiros ganhou da matriz a chance de ir a Tóquio - há quem diga que é o primeiro passo para transformar Tiago numa cara nacional das apresentações esportivas na Globo. Nos estúdios no Brasil, Alex Escobar e Felipe Andreoli serão os responsáveis pelas participações nos blocos olímpicos dos telejornais da Globo - bem como pela apresentação do "Globo Esporte", que servirá como apanhado do que se competiu na madrugada para quem não quis/não pôde ficar acordado. Sem contar Lucas Gutiérrez, que ficará onde está: apresentando o "Esporte Espetacular".

Enfim, a Globo não poderá ostentar (e se gabar do próprio poderio) como gosta de fazer em grandes coberturas esportivas. Até porque seu poderio nunca foi tão menor do que já foi um dia. Mas ainda é suficiente para, provavelmente, liderar a audiência na maior parte do tempo.


Emissoras fechadas


Os destaques da equipe:

Narrações: Luiz Carlos Jr., Milton Leite, Gustavo Villani, Everaldo Marques, Renata Silveira, Natália Lara

Comentários: além dos comentaristas da TV Globo, Paulo Vinícius Coelho (PVC), Lédio Carmona, Ricardinho, Maurício Noriega, Pedrinho e Renata Mendonça (futebol), Sheilla, Thaísa, Fabiana Claudino, Carlão, Nalbert, Marco Freitas e Serginho (vôlei), Fabiana Murer (atletismo), Thiago Pereira (natação), Marcelinho Machado (basquete), Tiago Camilo e Leandro Guilheiro (judô), Robson Conceição (boxe)

Repórteres: os mesmos da TV Globo

Apresentação: além dos da TV Globo, Karine Alves, Marcelo Barreto e Felipe Diniz

Participação: Marcos Uchôa e Bernardinho

Seria difícil o SporTV igualar a marcante cobertura do Rio-2016 - ainda mais em tempos de pandemia e cintos apertados em termos financeiros. Mas o canal esportivo do Grupo Globo, de certa forma, pegará carona nos investimentos da emissora-mãe para seguir sua tradição "completista", de mostrar toda e qualquer competição em Jogos Olímpicos. E não só na televisão propriamente dita: além dos quatro canais com que transmitirá as disputas olímpicas na telinha, o SporTV será fornecedor preferencial da equipe que transmitirá o que for exibido nos 12 canais disponibilizados a quem tiver login no GloboPlay, serviço de streaming do grupo de mídia, com 24 horas de competições em Tóquio cada um.

Nos trabalhos nos estúdios, além de também ter acesso ao espaço de 400 metros quadrados que será o quartel-general da Globo na frente das câmeras, o SporTV terá o que a emissora principal não pode ter: um programa especial para centralizar a cobertura. De 21 de julho a 8 de agosto, exibido no SporTV principal das 18h às 20h de Brasília, o "Ohayo Tóquio" (em japonês, "Bom dia, Tóquio") será um misto de mesa-redonda debatendo o que ocorre na cidade-sede dos Jogos com um programa de apresentação do que virá pela noite e pela madrugada. Nele, Marcelo Barreto terá o principal comentarista trazido pelo SporTV para Tóquio-2020: Bernardinho. Em seu último ato antes de rumar para a França e treinar a seleção masculina de vôlei de lá, rumo a Paris-2024, o treinador carioca será o símbolo do que é a experiência olímpica, comentando não só o que ocorrer no vôlei que tanto conhece, mas também falando sobre os fatos mais importantes que acontecerem em Tóquio.

Bernardinho é o abre-alas de uma equipe que terá um pouco mais de novidades do que a "mãe" Globo para os trabalhos nos estúdios. Certo, símbolos do SporTV são nomes certos para registrarem as disputas em Tóquio. Narrando, estarão Luiz Carlos Jr., Milton Leite e Gustavo Villani, por exemplo. E comentando ao lado deles, nomes com os quais o espectador habitual da emissora já se acostumou: Lédio Carmona, Ricardinho, Maurício Noriega, Carlão, Nalbert, Marco Freitas, Marcelinho Machado... isso, sem contar o fato de que a maior parte dos comentaristas da Globo também participará da cobertura no SporTV, sempre que possível e necessário - e muitas vezes será.

Porém, certos nomes terão em Tóquio o primeiro grande evento comentando pelo canal, sejam convidados especiais ou nomes integrantes da programação habitual do canal. Para citar alguns deles: entre os narradores do SporTV, estarão as recém-chegadas Renata Silveira e Natália Lara, ambas consideradas símbolos do espaço cada vez maior que locutoras ganham em eventos esportivos, bem como Everaldo Marques, costumeiramente elogiado por se sair bem em vários esportes - "Evê" estreia em grandes eventos no SporTV, ao qual chegou em fevereiro de 2020. Entre os comentaristas, para citar um reforço definitivo da emissora, estará Paulo Vinícius Coelho, o PVC, dos mais conhecidos comentaristas de futebol da televisão fechada brasileira, vindo para o canal em janeiro de 2020. Nos demais esportes, mais nomes que terão sua primeira experiência em comentários olímpicos: Sheilla no vôlei feminino, Serginho no vôlei masculino, Robson Conceição no boxe, Thiago Pereira na natação, Fabiana Murer no atletismo.

No reportariado, se perde pelo fato de não ter repórteres exclusivos (os trabalhos serão feitos pelos mesmos repórteres da Globo), o SporTV terá seus nomes-símbolos, também. O maior deles talvez seja Karine Alves: vinda da Fox Sports no ano passado, a gaúcha teve o nome turbinado pelo êxito no comando do "Troca de Passes", e foi enviada a Tóquio para fazer apresentações, reportagens e ancorar boa parte das imagens que o canal exibir de Tóquio. Nos estúdios do Rio de Janeiro, Marcelo Barreto ostentará no "Ohayo Tóquio" a experiência que já pode ostentar no SporTV - será sua quarta cobertura olímpica por lá, começando pela cerimônia de abertura, em que terá Bernardinho ao lado e repetirá a dupla com Luiz Carlos Jr. vista nas festas de Londres-2012 e Rio-2016.

Enfim, por mais que seja cada vez mais uma "TV Globo dedicada aos esportes", o SporTV continuará fazendo das Olimpíadas um evento em que pode ostentar seu "completismo". Diante da falta de espaço e da rigidez persistente da emissora-mãe, talvez possa ser completista até por isso mesmo.



Narração: Álvaro José, Oliveira Andrade, Carlos Fernando, Sérgio Maurício, Ulisses Costa, Isabelly Morais, Ivan Bruno e Napoleão de Almeida

Comentaristas: Neto, Marília Ruiz, Fábio Piperno, Rafael Oliveira, Rai Monteiro, Bernardo Ramos, Alline Calandrini e Milene Domingues (futebol), Marcelo Negrão e Fofão (vôlei), Cleberson Yamada (atletismo), Flávio Saretta (tênis), Daniele Hypólito (ginástica artística), Ricardo Prado (natação), Henrique Guimarães (judô), Bia e Branca Feres (nado sincronizado)

Repórteres: Glenda Kozlowski, Thiago Kansler

Apresentação: Glenda Kozlowski, Elia Júnior, Renata Saporito, Thomaz Rafael e Cristiane Dias

O Bandsports pode não ter a mesma audiência da dupla Globo/SporTV? E daí? Para o canal esportivo do Grupo Bandeirantes, importa bem mais o fato de manter a tradição de seu grupo de mídia: a emissora continua "invicta" em Olimpíadas - desde sua fundação, em 2002, não perdeu nenhuma edição de Jogos. E sua participação em Tóquio representa mais do que a manutenção dessa sequência: representa a reação que a Bandeirantes vive na cobertura de eventos esportivos, exemplificada pela reabilitação de marcas como o "Show do Esporte" aos domingos, o "Band Esporte Clube" aos sábados e, principalmente, pela aquisição de direitos como os do Campeonato Mundial de Fórmula 1, de volta à emissora paulistana do bairro do Morumbi após 41 anos.

Outro motivo pelo qual o Bandsports já poderá se orgulhar de sua cobertura olímpica é o fato de que pelo menos três símbolos bandeirantinos dos esportes estarão de corpo presente em Tóquio. O principal deles, Álvaro José: dispensando maiores apresentações, o decano olímpico do Bandsports obedeceu os cuidados em relação à pandemia, viajou à capital japonesa para o 11º trabalho de sua carreira em Jogos e será nome certo narrando as provas de atletismo, as provas da natação... e na cerimônia de abertura que ancorará em 23 de julho. Ao lado de "Alvinho" na festa, virá outro grande símbolo do Bandsports (e da Bandeirantes) nos esportes: Elia Júnior, outro enviado, apresentador garantido nas aparições do Bandsports em Tóquio - a começar pelo "Primeiro Tempo Bandsports" do qual é o apresentador habitual.

Junto aos dois, o outro vértice do tripé que simbolizará o Bandsports em Tóquio será Glenda Kozlowski. A apresentadora carioca reencontrou nos canais do Grupo Bandeirantes sua veia carismática na condução de programas esportivos. Chegada ao grupo para apresentar o "Show do Esporte", Glenda já marcou presença a ponto de emplacar uma jornada dupla em Tóquio (tripla, dependendo do ponto de vista). No Bandsports, será o rosto em Tóquio dos programas noticiosos do canal, como o "Maratona Bandsports". Na "mãe" Bandeirantes, apresentará os blocos olímpicos do "Jornal da Band". E no tempo que sobra, ela ainda fará aparições no canal do COB no YouTube, apresentando vídeos curtos e entrevistando membros do Time Brasil na Vila Olímpica.

Se o trio Álvaro-Elia-Glenda fortalece o Bandsports em Tóquio, os trabalhos nos estúdios em São Paulo serão sustentados por nomes habituais à audiência do canal. Entre os narradores, a única grande novidade é Sérgio Maurício: vindo para ser a voz da Fórmula 1 na Band, o locutor carioca carrega sua farta experiência de Jogos Olímpicos no SporTV para segui-la no "filhote esportivo". No mais, as vozes do Bandsports são conhecidas: Carlos Fernando, Oliveira Andrade, Ulisses Costa, Ivan Bruno, Napoleão de Almeida... uma dessas vozes, uma mulher, terá no Bandsports sua segunda experiência num grande evento: Isabelly Morais, que já fora uma das narradoras da Fox Sports na Copa de 2018, atual narradora na Band (e repórter na rádio Bandeirantes paulista), também estará presente como locutora nas disputas olímpicas pelo canal esportivo do grupo.

Comentaristas? Mais nomes habituais do Bandsports - do grupo Bandeirantes, em geral. No futebol, para o torneio de homens, gente como Neto (cada vez mais badalado - e, de todo modo, levando a experiência de Seul-1988), Fábio Piperno e Rafael Oliveira. No campeonato olímpico das mulheres, a dupla de comentaristas que já se notabiliza nas transmissões do Campeonato Brasileiro feminino: Alline Calandrini, a "Calan", e Milene Domingues. Nos demais esportes, nomes que já estiveram pelo Bandsports em outros Jogos: Marcelo Negrão faz sua terceira edição olímpica no canal, Fofão reaparece por lá após comentar o vôlei feminino em Londres-2012, Henrique Guimarães vincula-se por mais uma edição de Jogos Olímpicos a um canal do Grupo Bandeirantes para comentar o judô, Cleberson Yamada comentará o atletismo, Flávio Saretta se credencia como o opinador tradicional dos torneios de tênis...

Mas há as novidades, sim. Após serem caras do Fox Sports no Rio-2016, Bia e Branca Feress, as "gêmeas do nado sincronizado", também serão onipresentes na cobertura do Bandsports. Daniele Hypólito inicia sua faceta de comentarista, opinando sobre a ginástica artística. Em relação às apresentações dos programas, Cristiane Dias (que achou no Bandsports - e emissoras correlatas - um porto estável, após várias idas e vindas desde que deixou a Globo) será nome muito utilizado nos estúdios no Brasil, junto a outra habitual cara do Bandsports: Renata Saporito, que fará dupla com Thomaz Rafael na apresentação dos programas que arrematam a cobertura olímpica.

Mais um nome conhecido, numa cobertura em que o Bandsports se valerá de quem já há tempos sustenta sua tradição. Que chega a Tóquio remoçada e promissora, mesmo com somente um canal: o dia se dividirá entre 12 horas de competições e 12 horas de repercussões.


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