Com time de sparrings de alto nível, Seleção paralímpica de tênis de mesa encerra semana de treinamentos em São Paulo - Surto Olímpico

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Com time de sparrings de alto nível, Seleção paralímpica de tênis de mesa encerra semana de treinamentos em São Paulo

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Chegou ao fim na última sexta-feira (28) mais uma semana de treinamentos em São Paulo dos mesatenistas para as Paralimpíadas de Tóquio. Com 13 atletas de diferentes classes, entre classificados e postulantes, foi possível simular confrontos e variações de jogo com alto nível de competitividade, principalmente por conta de um time de sparrings de ótima qualidade.

Do total de atletas que participaram dos treinamentos, nove estão garantidos nos Jogos Paralímpicos deste ano: Bruna Alexandre (classe 10), Cátia Oliveira (classe 2), Dani Rauen (classe 9) e Joyce Oliveira (classe 4) e na equipe feminina; e, Carlos Carbinatti (classe 10), Israel Stroh (classe 7), Luiz Filipe Manara (classe 8), Paulo Salmin (classe 7) e Welder Knaf (classe 3) na masculina.

A esse grupo se juntaram Marliane Santos (Classe 3), Fábio da Silva (Classe 3) e Guilherme Costa (Classe 2) e os sparrings Athyla Donon, Gustavo de Souza, Gustavo Kodama, Isaac Zauli, Maiza Mora e Thiago Pradella, atletas olímpicos convidados para diversificar os treinamentos, além de Jennyfer Parinos, da classe 9 paralímpica. Postulante a uma vaga em Tóquio, ela disputa a Seletiva da Eslovênia, em Lasko, que acontece de 3 a 5 de junho.

A confiança e a sintonia deram o tom da preparação: há mais de um ano sem competições oficiais, foi grande a motivação dos mesa-tenistas em garantir foco e determinação em busca de medalhas. Uma nova semana de preparação ainda será realizada no final de junho, novamente no CT Paralímpico, em São Paulo.

A intensidade do período de treinos foi ainda maior com os sparrings. Para Israel Stroh, o acréscimo de qualidade já era esperado, mas a vontade de ajudar surpreendeu. “São sparrings que além de serem grandes jogadores, o que todo mundo já sabe, estão muito comprometidos com nosso projeto. Sempre perguntam como nossos adversários jogam, como podem ajudar. Foi uma gratíssima surpresa”, disse.

“Não temos só a mão de obra deles, que é de muita qualidade, mas também esse interesse, essa briga que eles estão comprando com a gente. E isso faz o trabalho ser melhor, traz uma confiança recíproca. Eles parecem estar felizes com a gente e essa felicidade também é recíproca”, completou Stroh.

Para ele, os treinamentos trouxeram uma expectativa “das melhores possíveis” para Tóquio. “Foi mais uma semana muito importante, uma das melhores que a gente teve. Além do trabalho nesta reta final, que está muito bom. Estamos com a Seleção completa, podendo ter mais alguns nomes na Seletiva da Eslovênia”, lembrou o medalhista de prata da classe 7 nos Jogos de 2016.

“Com o grupo todo junto, com os técnicos extras, completamos uma semana muito boa. Faltam poucas para a gente viajar para o Japão e a expectativa é das melhores possíveis”, finalizou.

Para a vice-campeã mundial da classe 2, Cátia Oliveira, o saldo da preparação foi importante para retomar o clima de competições. “Estou muito feliz por participar de mais uma semana de treinamentos para Tóquio. Nas duas últimas, não conseguimos nos reunir por causa da pandemia. Mas, graças a Deus, desta vez conseguimos. Estamos com vários atletas, conseguindo simular os jogos, principalmente nesta fase, há mais de um ano sem campeonato. São bastantes jogos para conseguir chegar 100%”, destaca.

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