Vice presidente do COI afirma que Jogos Olímpicos de Tóquio acontecerão 'com ou sem Covid' - Surto Olimpico

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Vice presidente do COI afirma que Jogos Olímpicos de Tóquio acontecerão 'com ou sem Covid'

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O vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), John Coates, que disse  em maio que os Jogos de Tóquio estariam ameaçados caso não houvesse vacina para o novo coronavírus, mudou de ideia e agora afirma que as Olimpíadas vão acontecer independentemente da pandemia.

"Vão acontecer com ou sem Covid. Os Jogos vão começar em 23 de julho do ano que vem. Os Jogos seriam os Jogos da Reconstrução após a devastação do tsunami (em referência ao desastre natural em 2011). Agora serão os Jogos que conquistaram a Covid, a luz no fim do túnel", disse Coates, em entrevista à agência AFP na Austrália.

O dirigente fez questão de ressaltar todo o esforço feito pelas autoridades japonesas para assegurar que os locais de competição e hotéis estivessem disponíveis nas novas datas dos Jogos apesar da desconfiança da população local.

"Antes da Covid, (o presidente do COI) Thomas Bach disse que estes eram os Jogos mais preparados que já vimos. As instalações estavam quase terminadas, agora estão terminadas, a vila é incrível, todos os arranjos no transporte, tudo está bom. Agora foi adiado em um ano, o que virou uma tarefa monumental em termos de assegurar tudo, renegociação de contratos, hotéis, patrocínios, direitos de transmissão...", continuou.

Na última sexta-feira, a primeira reunião de uma força-tarefa com a missão de avaliar os diferentes cenários para 2021 discutiu temas como o fechamento de fronteiras, a abertura ou não das arenas para torcedores e a segurança geral do evento. Sobre essas avaliações, Coates afirmou apenas que o grupo tem um grande desafio pela frente.

"O trabalho deles agora é olhar para todas as medidas que serão necessárias para os Jogos serem realizados. Alguns países terão (a Covid) sob controle, alguns não. Teremos atletas vindo de lugares em que está controlado e outros de onde não está. São 206 países. Então é uma tarefa gigante em andamento no lado japonês", opinou.

Foto: Reuters

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