Atletas da Canoagem terão que fazer o curso de prevenção ao assédio e abuso no esporte - Surto Olimpico

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Atletas da Canoagem terão que fazer o curso de prevenção ao assédio e abuso no esporte

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A Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) decidiu que a partir de 2021 o curso de Prevenção e Enfrentamento ao assédio e abuso no esporte (PEAAE), elaborado pelo Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), o departamento de educação do Comitê Olímpico do Brasil (COB), passa a ser pré-requisito para a participação de eventos da Canoagem Brasileira. Todos os profissionais envolvidos, atletas, técnicos, presidente de clubes, presidentes de federação, árbitros, colaboradores, entre outros membros do cenário da Canoagem terão que apresentar o certificado de conclusão do curso.

A Confederação Brasileira de Canoagem é a primeira entidade a exigir a obrigatoriedade do curso como pré-requisito nas suas atividades, a ação pretende ser mais uma ferramenta para coibir abusos no esporte. O PEAAE tem conseguido a adesão de atletas e profissionais de todas as faixas etárias, desde os que estão iniciando suas carreiras até aqueles que já construíram uma brilhante trajetória no esporte.

“Discutimos essa medida com o nosso Conselho Administrativo da entidade, os membros foram unânimes na aprovação, é um passo muito importante que estamos fazendo porque desta forma todos terão acesso as informações e principalmente como prevenir essa situação”, comenta João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, que em 2018 criou um canal de ouvidoria para receber denúncias.

Curso de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e Abuso no Esporte
Lançado no último dia 13 de março, em formato de ensino a distância (EAD), o PEAAE já atraiu mais de 3.000 profissionais do esporte, sendo mais de 750 atletas e ex-atletas. O objetivo do curso é mostrar como o assédio e o abuso podem se manifestar no meio esportivo, de que forma é possível reconhecer seus sinais e como as organizações podem enfrentar essas práticas, além de explicar ações de prevenção, denúncia, enfrentamento e acolhimento às vítimas.

Foto: Miriam Jeske/COB

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