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Imigrante mexicano sonha em disputar as Olimpíadas com os EUA no Break Dance


Antonio Castillo começou no break dance ainda na década de 80, no México. De lá para cá, a simples atividade evoluiu para um esporte que vem ganhando adeptos nos Estados Unidos, nova casa de Castillo. Mas o sonho ainda não se completou e o mexicano ainda busca conquistar o ouro olímpico na modalidade que pode ser incluída no programa dos Jogos Olímpicos Paris 2024.

O esportista destaca que o break dance não é apenas de sua época, mas assim como nos outros esportes algo que você vai se aprimorando conforme vai treinando. "Está evoluindo desde então", disse o técnico de 38 anos. “Eles viram nos filmes, girando sobre a cabeça ou fazendo footwork ou qualquer que seja o caso".

Na Competitive Breakin 'League, que Castillo ajudou a lançar há quase sete anos, o break dance tem como sistema de pontos o julgamento, classificações de cinturões semelhantes às usadas nas artes marciais e um espaço confinado para a performance, como na luta de sumô. A competição conta com a participação de diverso adolescentes como Evan Slette (foto) de 14 anos.

O break dance foi um dos quatro esportes que o Comitê Olímpico Internacional (COI) concordou provisoriamente em adicionar ao programa de Paris de 2024 para atrair um público mais jovem e urbano. Skate, escalada e surfe, confirmados para a capital francesa, também estão no cronograma de Tóquio 2020, enquanto o break estreia apenas na cidade luz.

Foto: Vanessa Johnston/Reuters

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