O esportista destaca que o break dance não é apenas de sua época, mas assim como nos outros esportes algo que você vai se aprimorando conforme vai treinando. "Está evoluindo desde então", disse o técnico de 38 anos. “Eles viram nos filmes, girando sobre a cabeça ou fazendo footwork ou qualquer que seja o caso".
Na Competitive Breakin 'League, que Castillo ajudou a lançar há quase sete anos, o break dance tem como sistema de pontos o julgamento, classificações de cinturões semelhantes às usadas nas artes marciais e um espaço confinado para a performance, como na luta de sumô. A competição conta com a participação de diverso adolescentes como Evan Slette (foto) de 14 anos.
O break dance foi um dos quatro esportes que o Comitê Olímpico Internacional (COI) concordou provisoriamente em adicionar ao programa de Paris de 2024 para atrair um público mais jovem e urbano. Skate, escalada e surfe, confirmados para a capital francesa, também estão no cronograma de Tóquio 2020, enquanto o break estreia apenas na cidade luz.
Foto: Vanessa Johnston/Reuters
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