Conhecem essa pessoa da foto? Muitos fãs de futebol o conhecem. Se você não é fã do esporte, saiba que esse é Andriy Shevchenko.
Shevchenko teve uma carreira de sucesso e é considerado o melhor atacante da história da Ucrânia. Ele é atualmente o sexto maior artilheiro da Champions League com 59 gols e é também o maior artilheiro da seleção de seu país, com 48 gols.
O atacante ucraniano começou sua carreira no Dinamo Kiev, em 1994, onde permaneceu até 1999. Por lá, fez 166 jogos e 94 gols, mas seu destaque viria no clube que na qual foi vendido. O Milan.
No Milan, ganhou destaque e reconhecimento internacional. Logo em sua primeira temporada, foi o artilheiro do campeonato italiano com 24 gols. Em 2003, foi fundamental na conquista da Champions League. No ano seguinte, venceu a Bola de Ouro da revista France Football - que naquela época o prêmio era dado ao melhor jogador da Europa - e a revista ainda não tinha se unido a FIFA na entrega da bola de ouro. Saiu do clube com 173 gols marcados.
Se transferiu para o Chelsea em 2006, mas conviveu com as lesões e não teve uma passagem de destaque, pelo contrário - foi eleito uma das dez piores contratações da história de Roman Abramovich (dono do Chelsea). Fez apenas 22 gols pelos Blues.
Já em decadência, voltou para o Milan em 2008, mas fez apenas 22 jogos e dois gols. Voltou para o Dinamo Kiev, para se aposentar. Jogou por lá 3 anos e decidiu se aposentar em 2012.
Mas por que ele quer fazer história em 2016?
Bem, uma das grandes paixões de Shevchenko sempre foi o Golfe e o Hóquei no Gelo. E desde que se aposentou, decidiu virar jogador de....Golfe.
''É muito diferente do futebol. Comecei a jogar golfe para escapar da pressão de jogar futebol. Achei um esporte onde posso focar em me balancear mentalmente. Eu começo a jogar, desligo o meu telefone e atiro as bolas", relata Shevchenko.
Ele estreou profissionalmente em setembro de 2013, no torneio BMW PGA Championship e até tem vídeos de suas tacadas. Veja no vídeo abaixo:
Shevchenko já admitiu que planeja chegar nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro (ano em que o Golfe voltará a integrar o programa olímpico após 112 anos) e almeja vôos mais longos, como conquistar a medalha de ouro. O fato é que um do melhores atacantes da história do futebol, pode e quer fazer história em 2016.


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