O COI (Comitê Olímpico Internacional) aprovou hoje as mudanças da Agenda Olímpica 2020, que permitirão mudanças no processo de candidatura e no formato do programa Olímpico.
A votação foi realizada durante a 127ª Sessão do COI, que está acontecendo em Monaco (MON).
A mudança em relação ao processo de candidatura, irá transformá-la em convites e as cidades que planejam lançar as suas candidaturas, poderão discutir os detalhes com o comitê para adaptar as candidaturas as suas necessidades, e assim manter os custos sob controle.
Essas mudanças acontecem após muitas cidades da Europa terem desistido de se candidatar a sediar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, assustadas com os astronômicos 51 bilhões de dólares gastos pela Rússia para organizar os Jogos de Sochi, que aconteceram em Fevereiro deste ano.
Outra mudança é a possibilidade dos Jogos serem organizados por mais de uma cidade ou mesmo por mais de um país, também com o intuito de dividir para reduzir os custos.
Já em relação ao Programa Olímpico, a grande mudança foi passar o programa Olímpico de baseado em esportes para baseado em eventos, obedecendo o limite de 310 eventos e 10.500 atletas. Essa novidade poderá permitir a entrada de mais esportes, sem a exclusão de outros. Eliminando o limite atual de 28 esportes no programa.
Ainda em relação a inclusão de mais esportes, a cidade-sede dos Jogos pode sugerir um ou mais eventos para incluir no programa, o que claramente abre o retorno de esportes excluídos, com o Beisebol e o Softbol, limados do programa em 2005 e que fizeram a sua última aparição nos Jogos de Pequim, em 2008.
Outras recomendações que foram aprovadas são a igualdade de gêneros (o mesmo numero de homens e mulheres competindo) e a inclusão da clausula de não-discriminação, incluída após os protestos contra a lei Anti-Gay da Rússia.
A sessão do COI segue até amanhã.
Foto: COI
A votação foi realizada durante a 127ª Sessão do COI, que está acontecendo em Monaco (MON).
A mudança em relação ao processo de candidatura, irá transformá-la em convites e as cidades que planejam lançar as suas candidaturas, poderão discutir os detalhes com o comitê para adaptar as candidaturas as suas necessidades, e assim manter os custos sob controle.
Essas mudanças acontecem após muitas cidades da Europa terem desistido de se candidatar a sediar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, assustadas com os astronômicos 51 bilhões de dólares gastos pela Rússia para organizar os Jogos de Sochi, que aconteceram em Fevereiro deste ano.
Outra mudança é a possibilidade dos Jogos serem organizados por mais de uma cidade ou mesmo por mais de um país, também com o intuito de dividir para reduzir os custos.
Já em relação ao Programa Olímpico, a grande mudança foi passar o programa Olímpico de baseado em esportes para baseado em eventos, obedecendo o limite de 310 eventos e 10.500 atletas. Essa novidade poderá permitir a entrada de mais esportes, sem a exclusão de outros. Eliminando o limite atual de 28 esportes no programa.
Ainda em relação a inclusão de mais esportes, a cidade-sede dos Jogos pode sugerir um ou mais eventos para incluir no programa, o que claramente abre o retorno de esportes excluídos, com o Beisebol e o Softbol, limados do programa em 2005 e que fizeram a sua última aparição nos Jogos de Pequim, em 2008.
Outras recomendações que foram aprovadas são a igualdade de gêneros (o mesmo numero de homens e mulheres competindo) e a inclusão da clausula de não-discriminação, incluída após os protestos contra a lei Anti-Gay da Rússia.
A sessão do COI segue até amanhã.
Foto: COI

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