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Nadador japonês pego no antidoping tem pena reduzida, mas não será liberado a tempo de Tóquio 2020


A suspensão de quatro anos por uma violação antidoping imposta a Junya Koga foi reduzida para dois anos, decidiu a Corte de Arbitragem Esportiva (CAS). O nadador japonês, campeão mundial em 2009 nos 100m costas e em 2016, nos 50m do mesmo estilo, testou positivo em março do ano passado para Ostarina e Ligandrol, que estão na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Anti-Doping (WADA).

Ligandrol é a mesma droga que foi encontrada no corpo da tenista brasileira Bia Haddad Maia, que ainda prepara sua defesa.

Como sua suspensão provisória começou no dia 15 de maio de 2018, ele estará liberado para competir no dia 15 de maio de 2020, um mês depois das seletivas japonesas para as Olimpíadas de Tóquio-2020.

Em seu blog, ele declarou que a ausência nas Olimpíadas está longe de significar aposentadoria. "Eu não vou poder participar dos próximos Jogos Olímpicos de Tóquio. De qualquer modo, meu objetivo é me preparar para o Campeonato Mundial de Fukuoka, em 2021 e os Jogos Asiáticos de 2022, o qual eu não participei no ano passado e tentarei vencer medalhas nesses campeonatos", escreveu o japonês.


Foto: Mike Lewis/Ola Vista Photography

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