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Djokovic avança e está nas semifinais do Australian Open 2023

Foto: Tennis Australia


O sérvio Novak Djokovic mostrou mais uma vez um Tênis consistente e se garantiu nas semifinais do Australian Open 2023. Ele enfrentará o norte-americano Tommy Paul em uma chave, enquanto Karen Khachanov e Stefanos Tsitsipas estarão na outra pela vaga na final masculina. Pela chave feminina as disputas pelas vagas na final serão entre Magda Linette e Aryna Sabalenka de um lado e Elena Rybakina e Victoria Azarenka na outra semifinal.

 

Djokovic aparentemente não sente mais as dores que o incomodava no início do Australian Open e vem demonstrando estar cada vez mais confiante. Nesta quarta ele avançou à semifinal com a autoridade de um grande campeão, superando o russo Andrey Rublev em sets diretos, parciais de 6/1, 6/2 e 6/4 em pouco mais de 2h de partida. Atual número 5 do mundo, o sérvio pode voltar ao topo do ranking em caso de título em Melborne.

 

O adversário de Djokovic nas semifinais será Tommy Paul, dos Estados Unidos, que superou seu compatriota Ben Shelton por 3 sets a 1, parciais de  7/6 (8-6), 6/3, 5/7 e 6/4. Até iniciar sua campanha no Australian Open, Paul jamais havia passado das oitavas em um Grand Slam, ele é agora o primeiro norte-americano desde 2009 a chegar nas semifinais em Melborne.

 

Na chave feminina, foi a vez da polonesa Magda Linette superar o favoritismo da tcheca Karolina Pliskova, que já foi nº 1 do mundo, e se garantir na próxima fase do Australian Open. Linette conseguiu encaixar seu melhor jogo e fechou a partida em 2 a 0, parciais de 6/3 e 7/5. A polonesa de 30 anos vai para sua primeira semifinal de um Grand Slam.  

 

Mas o desafio de Linette para chegar às finais do Australian Open será complicado. Ela enfrentará Aryna Sabalenka, de Belarus, que está vivendo um grande começo de temporada, e não tomou conhecimento da croata Donna Vekic, fechando a partida em sets diretos e com o placar final de 6/3 e 6/2. Sabalenka, atual nº 5 do mundo, foi a campeã do WTA 500 de Adelaide, na primeira semana do ano, e vêm de nove vitórias seguidas.

 

Nas duplas, as semifinais também estão definidas: no masculino, a dupla de australianos Hijikata e Kubler enfrentam a dupla cabeça de chave nº 8, formada pelo espanhol Granollers e o argentino Zeballos; na outra semifinal os franceses Chardy e Martin enfrentam a dupla formada pelo polonês Zielinski e Hugo Nys, de Mônaco. No feminino, as semifinais serão entre as tchecas Krejcikova e Siniakova, cabeças de chave nº 1, enfrentando a dupla formada pela ucraniana Kostyuk e a romena Ruse; do outro lado as japonesas Aoyama e Shibahara disputam a vaga na final contra as norte-americanas Gauff e Pegula, cabeças de chave nº 2.

 

Mas a atenção dos brasileiros está focada mesmo é nas disputas das duplas mistas. Luísa Stefani e Rafael Matos avançaram para a grande final com uma virada histórica, após salvar um match-point e enfim vencer a dupla da casa, formada por Olivia Gadecki e Marc Polmans em 2 sets a 1, parciais de 4/6, 6/4 e 11-9. Tanto Stefani quanto Matos disputam a primeira final de Grand Slam de suas carreiras profissionais, eles vão encarar na final a dupla indiana Sania Mirza e Rohan Bopanna.

 

Na chave juvenil do Australian Open, João Fonseca segue realizando grande campanha e avançou às quartas de final da competição ao superar o japonês Rei Sakamoto, cabeça de chave 6. O brasileiro jogou com confiança e fechou a partida em sets diretos, parciais de 6/3 e 6/4.

 

Na categoria Squad (para atletas que também têm deficiência nos membros superiores), o Brasil também segue firme com Ymanitu Silva nas duplas, que ao lado do sul-africano Donald Ramphadi venceu a dupla formada pelo britânico Andy Lapthorne e o norte-americano David Wagner, por 2 sets a 0 (parciais 7/5 e 6/3), se garantiram na decisão de Grand Slam e enfrentarão Sam Schroder e Niels Vink, de Países Baixos. 


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