Nadador húngaro é acusado de assédio em Gwangju e proibido de sair da Coreia do Sul



O nadador húngaro Tamas Kenderesi, foi detido em Gwangju e proibido de sair da Coreia do Sul pelos próximos dez dias, após ser acusado de assédio sexual, neste domingo (28). Ele terminou em oitavo nos 200m borboleta, prova pela qual ganhou a medalha de bronze nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

O esportista de 22 anos foi preso por volta das três da manhã em uma boate, quando uma mulher de 18 anos chegou a polícia alegando que o atleta a teria assediado. Ele foi levado para a delegacia, mas liberado algumas horas após com a restrição de saída do país sendo imposta.

Um membro da equipe húngara comentou que Kenderesi já se encontrava na Vila dos Atletas depois do interrogatório. A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que o nadador negou as acusações.

A Federação de Natação da Hungria disse que está agindo em conjunto com a Embaixada Húngara em Seul para esclarecer o caso. "Durante a investigação, o atleta tem direito à presunção de inocência, mas se for considerado culpado, a federação buscará providências", disse o comunicado divulgado pela entidade. 

"A Federaçação Húngara de Natação condena qualquer ato que viole a dignidade humana e exige que membros da seleção nacional de natação se comportem de uma maneira que é respeitosa às cores nacionais e às tradições esportivas", completa.

Foto: AFP

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