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Confira os indicados e Vote no Prêmio Melhores do Ano Surto olímpico 2022!



O prêmio Melhores do ano está de volta! Em sua sexta edição, o site Surto Olímpico convida seus leitores a votarem nos melhores atletas em 2022.Nossa equipe escolheu cinco nomes em cada uma das quatro categorias: Melhor atleta olímpico masculino e feminino e melhor atleta paralímpico masculino e feminino.

É obrigatório votar em todas as categorias. A eleição será até o dia 26 de dezembro, aniversário de 11 anos do Surto Olímpico e os vencedores serão anunciados em uma live em nosso canal no Youtube

Vencedores Anteriores

Olímpicos

2017- Ana Marcela Cunha (Maratona Aquática) e Caio Bonfim (Atletismo)

2018 - Ana Marcela Cunha (Maratona Aquática) e Isaquias Queiroz ( Canoagem)

2019 - Beatriz Ferreira (Boxe) e Isaquias Queiroz (Canoagem)

2020 - Luisa Stefani (Tênis) e Henrique Avancini (Ciclismo MTB)

2021 - Rebeca Andrade (Ginástica Artística) e Isaquias Queiroz (Canoagem)

Paralímpicos

2021 - Beth Gomes (Atletismo) e Yeltsin Jacques (Atletismo)


Confira os indicados de 2022:


Atleta olímpico masculino


- Alison dos Santos (Atletismo) 

Carol Coelho/CBAt


2022 foi um ano especial para o Piu - seu apelido, que venceu quase todas as provas  de 400m com barreiras que disputou no ano. E isso inclui as etapas da Diamond League e o mundial de atletismo, onde ele levou o título com 46s29, terceiro melhor tempo da história, trazendo um ouro inédito para o Brasil em provas de pista e tudo isso com apenas 22 anos. 

- Daniel Cargnin (Judô) 

Gabriela Sabau/IJF

Após a medalha de bronze na olimpíada de Tóquio na categoria até 66kg, 2022 começou com um novo desafio para Cargnin: subir para a categorias até 73kg. E no mundial de judô, ele não fez feio contra os novos adversários, conquistando o bronze, mesmo com pouca experiência no novo peso. Aos 25 anos, Daniel vai se consolidando com o principal judoca masculino do Brasil neste ciclo olímpico.

- Filipe Toledo (Surfe) 

Gabriel Diz/WSL

Após nove anos na elite do surfe, chegou o momento de Filipinho na WSL. Com uma atuação dominante em 2022, com direito a cinco finais em nove etapas, com títulos conquistados em Trestles e Saquarema. No finals manteve a sua superioridade superando Ítalo Ferreira para ficar com o seu primeiro título mundial aos 27 anos e mostrando que a Brazilian storm não tem hora para terminar no surfe mundial.

- Isaquias Queiroz (Canoagem Velocidade)

Fabio Canhede/Canoagem Brasil

Dono de uma regularidade impressionante, Isaquias mais uma vez se encontra entre os finalistas. Após o título olímpico em Tóquio, Isaquias desembarcou no mundial de canoagem velocidade com o status de super astro do esporte e faturou duas medalhas: ouro no C1-500m e prata no C1-1000m - prova olímpica, aumentando ainda mais sua coleção de títulos.

Detalhe: Isaquias é o maior vencedor do prêmio melhores do ano do Surto olímpico, tendo vencido em 2018, 2019 e 2021. Vem o tetra aí?

 - Marcus D'Almeida (Tiro com Arco)

World Archery

Grande nome do tiro com arco nacional, Marcus D'Almeida vem acumulando ótimos resultados na modalidade. Após o vice mundial no fim de 2021, o arqueiro venceu a etapa de Paris da copa do mundo, derrotando três medalhistas olímpicos pelo caminho, um feito notável para arqueiro de 24 anos. Marcus ainda faturou o título pan-americano da modalidade e vem se consolidando como um nome para brigar por medalhas em Paris. Olho nele!

Também receberam votos: Guilherme Costa e Nicholas Santos (Natação), Netinho Marques, Ícaro Miguel e Maicon Andrade (Taekwondo), Arthur Nory e Caio Souza (Ginástica Artística), Hugo Calderano (Tênis de mesa), Ítalo Ferreira e Gabriel Klaussner (Surfe), Leal e Wallace (Vôlei), Luiz Francisco (Skate), Darlan Romani e Caio Bonfim (Atletismo), André/George e Felipe/Vitor Renato (Vôlei de praia) e Felipe Meligeni (Tênis)



Atleta olímpico feminino


- Ana Marcela Cunha (Maratona Aquática) 

CBDA

Ana Marcela é uma máquina imparável de conquistar títulos. Ela foi hexacampeã do circuito mundial de águas abertas e no mundial de esportes aquáticos, venceu os 5 e 25 km e ficou com o bronze nos 10km, única prova que falta para a atleta de 30 anos completar sua vasta coleção de medalhas. E detalhe: Ana Marcela competiu lesionada no ombro desde maio, só operando no fim da temporada, o que torna seus feitos ainda mais impressionantes. 

- Bia Haddad Maia (Tênis)

WTA

Um ano excepcional para a tenista brasileira. Bia venceu os WTA 250 de Birmingham e Nottingham e foi vice campeã no Masters 1000 de Toronto, além de chegar nas quartas de final do grand slam de Roland Garros. Nas duplas, a tenista de 26 anos brilhou, sendo finalista do Australian Open e participante do WTA Finals. Bia terminou a temporada no top15 do ranking de simples e duplas, um feito inédito para uma tenista brasileira - na época de Maria Esther Bueno não existia o ranking mundial. 

- Mayra Aguiar (Judô)

CBJ

Mayra não para de fazer história no judô. Após a sua terceira medalha olímpica em Tóquio no ano passado, a judoca de 31 anos conquistou seu terceiro título mundial em 2022, um feito inédito. Além dos três ouros, ela tem duas pratas - uma por equipes - e três bronzes em mundiais, outro feito impressionante no judô mundial. Com uma última competição em andamento - O Masters em Israel, Mayra pode terminar o ano como a número do ranking em sua categoria, 78kg.

- Rayssa Leal (Skate)

Time Brasil

A fadinha dominou o cenário do skate street em 2022. Nas etapas da principal competição da modalidade no ano, a Street League Skateboarding (SLS), Rayssa, de apenas 14 anos, venceu todas as etapas, inclusive a decisiva que aconteceu no Rio de Janeiro em novembro, superando as talentosas e também prodígios skatistas japonesas, levando o público presente à loucura e se consolidando como o principal nome do skate brasileiro e mundial em 2022.


- Rebeca Andrade (Ginástica Artística)

Ricardo Bufolin/CBG

Após um 2021 espetacular, Rebeca não parou de brilhar em 2022. Após o ótimo pan de ginástica, disputado no Rio de Janeiro, a ginasta de 23 anos foi para o mundial como uma das principais estrelas e ela não decepcionou: venceu o individual geral, fazendo o Brasil ter pela primeira vez na história a ginasta mais completa do mundo, além de conquistar o bronze no solo, com a despedida da coreografia do baile de favela, que encantou o mundo nos últimos anos.

Também receberam votos:  Rafaela Silva (Judô), Letícia Oro e Vitória Rosa (Atletismo), Duda/Ana Patrícia (Vôlei de praia), Nicole Silveira (Skeleton), Stephanie Balduccini e Giovana Diamante (Natação), Gabi e Macris (vôlei), Beatriz Ferreira (Boxe), Pamela Rosa (Skate), Milena Titoneli (Taekwondo) e Silvana Lima (Surfe)


Atleta Paralímpico Masculino


- Gabriel Araújo (Natação)

Miriam Jeske/CPB

Após uma ótima paralimpíada ano passado, o jovem nadador de 20 anos continuou a se destacar na sua categoria, a S2, onde ele foi um dos destaques do Brasil no mundial de natação, com três ouros nos 100m costas, 200m livre e 50m costas e fez Gabrielzinho se consolidar como um dos pilares da nova geração da natação paralímpica brasileira nos próximos anos

- Gabriel Bandeira (Natação)

Ale Cabral/CPB

Já considerado um fenômeno da natação paralímpica, Gabriel Bandeira vem colecionando medalhas e mais medalhas. E no mundial de natação, não foi diferente. Na sua categoria, a S14, foram seis medalhas, sendo três de ouro, uma de prata e duas de bronze, em sete provas. E com apenas 23 anos, Gabriel é outro dos medalhistas da nova geração que são protagonistas do natação paralímpica.

- Paulo Salmin (Tênis de Mesa)


Wnader Roberto/CPB

Paulo foi um dos grandes nomes do mundial de tênis de mesa paralímpico, ao faturar um ouro nas duplas mistas ao lado de Bruna Alexandre e um bronze no individual na classe 7, fazendo de 2022 o melhor ano de sua carreira. Com 29 anos e três jogos paralímpicos na carreira, Salmin se credita como um nome para disputar medalhas em Paris 2024 

- Samuel Oliveira (Natação)

Ale Cabral/CPB

A grande revelação paralímpica de 2022 já tem nome: Samuel Oliveira, que aos 16 anos, disputou sua primeira grande competição paralímpica e não tomou conheicmento dos adversários, conquistando cinco medalhas no mundial de natação. Samuka, que nada na mesma categoria em que a lenda Daniel Dias nadou, a S5, tem tudo para manter a hegemonia do país na categoria. 

- Willians Araújo (Judô)

CBDV

Medalha de prata nos jogos Paralímpicos Rio 2016, Willians (Na foto ao lado de Alana Maldonado) conseguiu fazer um grande mundial de judô para cegos, no Azerbaijão, após mudanças de regras da modalidade em 2022. Ele conquistou o primeiro título mundial de sua carreira, aos 31 anos, na categoria +90kg/J1 - cegos totais e se torna grande nome brigar por medalhas para Paris 2024

Também receberam votos:  Israel Stroh (Tênis de mesa), Vitor Tavares (Parabadminton), Igor Tofalini e Fernando Rufino (Canoagem), Alessandro Rodrigo, Thiago Paulino, Petrucio Ferreira e Wallace Santos (Atletismo), Wendell Belarmino e Tiago Oliveira (Natação), Leomon Moreno (Goalball), Maciel Santos (Bocha), Guilherme Lourenço (Handebol em CR), Nonato (Futebol de cegos), Ymanitu Silva (Tênis em CR) e Felipe Nunes (Paraskate)


Atleta Paralímpico Feminino


- Alana Maldonado (Judô)

CBDV

Alana é o grande nome do judô paralímpico. Após o ouro inédito em Tóquio, Alana (no alto do pódio na foto) disputou o mundial nesse ano e faturou o bicampeonato, na categoria até 70kg/J2 - baixa visão. Alana é a única brasileira a ter dois títulos mundiais no judô, aos 27 anos, é bem cotada para o bi paralímpico em Paris

- Andreza Vitória (Bocha)

ANDE

Outra grande revelação do esporte paralímpico, Andreza Vitória foi o grande destaque da Bocha, culminando com o título mundial individual na categoria BC1- que podem jogar com as mãos ou com os pés e que contam com a opção de um auxiliar, com apenas 21 anos. E ainda ajudou a vingar os brasileiros, derrotando uma croata na decisão do título um dia após a eliminação do Brasil na Copa do mundo de futebol, para a Croácia

- Beth Gomes (Atletismo)

Ale Cabral/CPB

O atletismo paralímpico foi prejudicado por conta do cancelamento do mundial da modalidade que seria no Japão para 2023, mas Beth Gomes conseguiu se destacar com vitórias e quebras de recordes mundiais no arremesso de peso e no lançamento de disco na categoria F52. Vencedora do Prêmio Surto Olímpico no ano passado, Beth, de 57 anos, mostra que a idade é apenas um número e que muitos recordes e medalhas ainda virão até os jogos de Paris.

- Carol Santiago (Natação)

Ale Cabral/CPB

Carol Santiago é o nome principal da natação paralímpica feminina atualmente. Após brilhar em Tóquio, ela repetiu a dose mundial de natação neste ano ver a dominância da nadadora de 37 anos na categoria S11, com sete medalhas, sendo seis de ouro e uma de prata em sete provas disputadas, ou seja, quando ela caiu na água ela faturou medalhas. Um fenômeno.

- Gizele Dias Costa (Vôlei Sentado) 

Paravolley

A seleção de vôlei sentado feminino conquistou um título mundial inédito em 2022 e uma das responsáveis pela conquista foi a levantadora Gizele (no centro da foto), que foi bronze na Rio 2016 e Tóquio 2020. Além do título mundial, Gizele saiu da competição em Sarajevo com o prêmio de melhor levantadora do campeonato, além de estar no time ideal do campeonato.

Também receberam votos: Jade Lanai (Tênis CR), Bruna Alexandre (Tênis de Mesa),  Janaína Petit (Vôlei Sentado), Mariana D'Andrea, Lara Aparecida e Maria Rizonaide (Levantamento de pesos), Jéssica Messali (Triatlo), Lídia Cruz e Laila Suzigan (Natação), Aline Rocha (esqui Cross country), Silvana Fernandes (Taekwondo), Silvania Costa e Thalita Simplício (Atletismo)


VOTAÇÃO ENCERRADA! Confira os vencedores no link: https://www.surtoolimpico.com.br/2022/12/confira-os-vencedores-do-premio-surto.html


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