Esgrimista mexicana proibida de competir na Rio 2016 de forma errada entra com ação legal

A esgrimista Paola Pliego anunciou que vai processar a Federação Mexicana de Esgrima (FME) e a Comissão Nacional de Cultura e Esporte Físico (CONADE) após ter sido inocentada de uma acusação de doping após um teste positivo na Rio 2016 que a impediu de competir na Olimpíada disputada na capital carioca.

De acordo com o jornal espanhol Marca, a jovem de 23 anos afirmou que não recebeu nenhum pedido de desculpas de nenhum órgão esportivo mexicano, acusando as autoridades de tentar impedi-la de "expor a corrupção em cercas e ocultações" pelas organizações.

Pliego também disse que a suposta corrupção dentro da FME prejudicou sua carreira em uma carta enviada ao presidente do Comitê Olímpico Mexicano, Carlos Padilla.

A mexicana acusou a FME de se recusar a permitir que ela participasse de um evento da Copa do Mundo em janeiro deste ano e alegou que a entidade ignorou seu pedido de disputar o Mundial de 2018 disputado em Wuxi, China.

A atleta alegou que ofereceu tirar dinheiro do próprio bolso para custear a viagem.
"Não recebi nenhuma desculpa de nenhuma autoridade esportiva mexicana", disse Pliego, segundo a Marca."

"Por outro lado, eles quebraram compromissos, ameaçaram minha carreira e frustraram meus objetivos."

"Eles querem me impedir de expor a corrupção na esgrima que é ocultada pelas autoridades mexicanas".

Pliego foi liberado para competir em outubro de 2016 pela Federação Internacional de Esgrima, que determinou que ela não havia violado regra nenhuma.

Pliego afirmou em sua defesa que ela sofre de asma e toma o suplemento de manganês, que, se combinado com o modafinil, pode ser fatal.

Foto:Twitter

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