Surto de olho na Rússia: Costa Rica tenta o impossível novamente


Uma das grandes histórias da Copa do Mundo foi a campanha da Costa Rica há quatro anos atrás. A seleção costarriquenha surpreendeu a todos chegando nas quartas de final da competição. Visto o que foi feito, é claro que tentarão fazer o feito novamente na sua quinta participação em mundiais.

Quando o grupo D foi sorteado, havia muita expectativa sobre esse grupo. Três campeões mundiais (Itália, Inglaterra e Uruguai) e a Costa Rica. O grupo da morte estava feito e todos citavam ''La Sele'' como o saco de pancadas.

Na estreia contra o Uruguai, Cavani abriu o placar no primeiro tempo mas a primeira surpresa foi feita com gols de Campbell, Duarte e Ureña na virada por 3x1. Bryan Ruiz chocou o mundo ao marcar o gol da vitória contra a Itália. O empate contra a Inglaterra rendeu a vaga nas oitavas e a alcunha de ''El Mata Gigantes''.


Nas oitavas de final, o duelo das zebras. A Grécia também surpreendeu ao deixar Japão e Costa do Marfim de fora. Ruiz abriu o placar que se manteve inalterado até Papastathopoulos empatar no último minuto. Após prorrogação sem gols, Keylor Navas foi herói ao defender a cobrança de Gekas e ver Umaña classificar o país pela primeira vez às quartas de final.


Na fase seguinte, Navas continuou fazendo milagres contra a Holanda, levando o jogo até a prorrogação e os pênaltis, mas a ''Laranja Mecânica'' trocou os goleiros minutos antes para as cobranças, trocando Cillessen por Krul e isso fez toda a diferença. O goleiro holandês defendeu as cobranças de Bryan Ruiz e Umaña, eliminando os costarriquenhos de seu brilhante mundial.


Eliminatórias

Por estar bem classificada no ranking da FIFA, a Costa Rica começou na quarta fase das eliminatórias da América Central, Norte e Caribe, começando de maneira brutal. Caindo no mesmo grupo de Panamá, Haiti e Jamaica, foram cinco vitórias e um empate em seis jogos, com dez gols marcados e apenas dois sofridos.

Na fase decisiva, ''Los Ticos'' garantiram a vaga em segundo lugar, com 16 pontos em dez jogos, sendo quatro vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. Foram 14 gols feitos e oito sofridos. Fica como destaque as duas vitórias contra os Estados Unidos pela goleada de 4x0 e os 2x0 fora de casa contra os americanos.


Surto de olho no craque




Bryan Ruiz é o personagem mais importante para a Costa Rica chegar ao ataque e marcar. O camisa dez vem sendo o principal jogador da seleção faz um certo tempo. O atacante de 32 anos vai para sua segunda Copa do mundo e foi revelado pelo Alajuelense em 2003 onde ficou até 2006 quando foi jogar na Bélgica pelo Gent. Ruiz ganhou destaque no entre 2009 e 2014 no futebol europeu quando atuou por Twente e Fulham, além de fazer bom mundial. Desde 2015 atua pelo Sporting de Portugal.

Na temporada, Ruiz não foi bem jogando apenas 37 partidas e marcando dois gols e duas assistências. O ponto forte do costarriquenho é por ser um coringa, jogando em todas as posições do meio campo, além de também jogar como centroavante. Os cruzamentos e os passes são o que diferenciam o jogador do resto do elenco da Costa Rica e é peça importante para bom mundial.

Time titular


Óscar Ramírez tem 53 anos, treina a seleção desde 2015 e vai para sua primeira Copa do Mundo. Deve ter como time titular Navas, Gamboa, Acosta, Watson, Duarte, Oviedo; Tejeda, Bryan Ruiz, Borges; Ureña e Yendrick Ruiz.

Conclusão

A Costa Rica é uma daquelas seleções onde já sabemos que vai fazer figuração em Copas do Mundo, mas conseguir o feito de quatro anos antes, os fazem enxergar que é possível buscar uma classificação, embora dessa vez, com sua boa geração envelhecida, será mais difícil repetir a façanha. mas podem sonhar sim com uma classificação para repetir 2014




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