Após 22 anos no poder, Carlos Arthuir Nuzman renuncia a presidência do Comitê Olímpico do Brasil

Preso por suspeita de envolvimento na compra de votos na escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016, Carlos Arthur Nuzman renunciou nesta quarta-feira (11) a presidência do Comitê Olímpico do Brasil.

A renúncia foi comunicada durante a Assembléia Extraordinaria do COB, que está sendo realizada nesta quarta-feira no Rio de Janeiro, e confirmada pelo advogado de defesa de Nuzman, Nélio Machado, ao site  Globoesporte.com.

O dirigente, que havia se licenciado do cargo no último sábado (8), sai do posto de presidente após 22 anos no poder.

Nuzman foi preso na Operação Jogo Sujo e foi suspenso pelo Comitê Olímpico Internacional,  perdendo provisoriamente todos os seus direitos, prerrogativas e funções como membro honorário da entidade, além de ser excluído da Comissão de Organização dos Jogos Olímpicos de 2020. 

Na segunda-feira (10), a prisão do dirigente havia sido convertida em preventiva por pedido do MPF, pelo juiz do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.

A Assembléia vai deliberar também sobre a suspensão imposta pelo Comitê Olímpico Internacional ao COB, em virtude do ocorrido com Nuzman

Foto: EFE


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