Primeiro-ministro britânico afirma que mulheres transgênero não deveriam competir em competições femininas


O primeiro-ministro britânico Boris Johnson afirmou a emissoras que mulheres transgenêro não deveriam competir em eventos esportivos femininos.

Johnson deu essa declarou em um momento que a Grã-Bretanha parecia pronta a abandonar os planos de realizar uma conferência emblemática projetada para promover os direitos LGBT+ em todo mundo.

“Não acho que homens biológicos devem competir em eventos femininos. Talvez seja uma coisa controversa de se dizer, mas me parece sensato”, disse o primeiro-ministro britânico.

“Também acho que as mulheres deveriam ter espaços, seja em hospitais, prisões ou vestiários, que sejam dedicados às mulheres. É até onde meu pensamento se desenvolveu sobre essa questão”.

“Se isso me coloca em conflito com alguns outros, então temos que resolver tudo. Isso não significa que eu não seja imensamente solidário com pessoas que querem mudar de gênero, fazer a transição e é vital que demos às pessoas o máximo amor e apoio para tomar essas decisões”.

Os direitos dos transgêneros no esporte, tem sido um tema que gera muita discussão, pois todas as modalidades tem buscando equilibrar a inclusão com a garantia que não haverá vantagens injustas.

A ciclista transgênero Emily Bridges recentemente foi impedida de competir em competição nacional de ciclismo na Grã-Bretanha, por decisão da entidade máxima do esporte, a União Ciclística Internacional (UCI) que decidiu que a atleta era inelegível.

Recentemente a nadadora Lia Thomas, se tornou a primeira campeã do National Collegiate Athletic Association (NCAA) na história da divisão I, depois de vencer as 500 jardas livres feminina.

A orientação mais recente do Comitê Olímpico Internacional (COI), atualizada em novembro passado, é que nenhum atleta deve ser excluído da competição com base em uma vantagem injusta percebida devido ao genêro.

Foto: UK Parliament/ Jessica Taylor

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