Judocas paralímpicos vivem expectativa de primeiro evento do ano pela Seleção Brasileira


A Seleção Brasileira de judô paralímpico estreia neste sábado (23) no Grand Prix de Antalya, na Turquia. O torneio será disputado em dois dias e será o primeiro dos três programados pela IBSA (sigla em inglês para Federação Internacional de Esportes para Cegos) para 2022. Vale lembrar que o ano reserva ainda um Grand Prix em Nur-Sultan, no Cazaquistão, em maio, e outro inédito em São Paulo, nos dias 2 e 3 de julho.

Ao todo, nove judocas representarão o país – dois dos 11 convocados, Lúcia Araújo e Diego de Jesus, tiveram problemas na classificação oftalmológica e não poderão lutar.

"Este é nosso primeiro evento internacional que distribuirá pontuação para o ranking mundial. É um evento bem diferente, pois temos nova classificação oftalmológica, novas categorias de peso e a divisão entre J1 e J2. São muitas novidades. Estamos estudando bastante os adversários e já verificamos que teremos muitos estreantes em eventos internacionais", analisou o técnico Jaime Bragança. Ele se refere às mudanças nas regras da modalidade aprovadas a partir deste ano.

Há novatos também do lado brasileiro. A carioca Brenda Freitas, por exemplo, de 26 anos, jamais havia sequer saído do país. E disse estar gostando da experiência: "Primeiramente, estou muito feliz por estar aqui representando o Brasil. Minha expectativa é de fazer boas lutas e uma boa competição. Tem sido uma experiência maravilhosa. Tem muita coisa diferente, ouvir outras línguas, a questão do fuso, que até me adaptei bem", contou a judoca. 

A cidade turca está seis horas à frente do horário brasileiro. Brenda vai estrear contra a vencedora do duelo entre a italiana Matilde Lauria e a uzbeque Mukharramkhon Abdusamatova.

Foto: Divulgação


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