Federações seguem suspendendo a Rússia de competições internacionais após recomendação do COI


Após o Comitê Olímpico Internacional (COI) recomendar na segunda-feira (28/02) que as federações não permitam que atletas da Rússia e Belarus compitam em seus eventos, diversas entidades seguiram a recomendação e proibiram atletas dos dois países de participar em competições organizadas por elas.

A União Internacional de Patinação (ISU) proibiu que atletas de Rússia e Belarus participem dos eventos organizados por ela, como o Mundial de Patinação Artística e o Mundial de Patinação de Velocidade. Na quinta (3) terá inicio o Mundial de Sprint, na Noruega, já sem atletas dos países.

A Federação Internacional de Hóquei no Gelo (IIHF) suspendeu as seleções dos dois países, que estão fora do mundial masculino, a ser realizado em maio na Finlândia. A Rússia está fora também do Mundial feminino.

Quem também suspendeu as seleções foi a Federação Mundial de Curling (WCF), que retirou a Rússia dos Mundiais da modalidade. A World Rugby proibiu as equipes de Rússia e Belarus de competirem nos seus eventos.

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) suspendeu e excluiu a Rússia das eliminatórias da Copa do Mundo, que será disputada no Catar. A Federação Internacional de Basquete (FIBA) suspendeu o país das competições de 5x5 e 3x3.

A Federação Internacional de Esqui (FIS) determinou nesta terça-feira (1º) que nenhum atleta dos dois países participará das provas da Copa do Mundo em todas as suas modalidades até o final da temporada 2021/2022.

Já a World Athletics, que suspendeu a Rússia em 2015 por causa do escândalo de doping, proibiu a participação de russos e de atletas de Belarus em todas as competições deste ano. A punição também inclui os atletas russos que competem como neutros.

A União Internacional de Pentatlo Moderno (UIPM) e a Federação Mundial de Badminton (BWF) também proibiram atletas de Rússia e Belarus de participarem. Entretanto, a Federação Internacional de Esportes Aquáticos (FINA) permitirá que os atletas dos dois países possam competir como atletas neutros.

Foto: epa / ntb / Annika Byrde

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