Vanderson Chaves garante estar preparado para desafio em Tóquio e não teme adversários: ‘Não tem nenhum atleta sobrenatural’ - Surto Olímpico

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Vanderson Chaves garante estar preparado para desafio em Tóquio e não teme adversários: ‘Não tem nenhum atleta sobrenatural’

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Vanderson Chaves está na véspera de disputar a sua segunda Paralimpíada. O esgrimista embarca para Tóquio, no Japão, na próxima segunda-feira (16), e se vê mais preparado para estes Jogos Paralímpicos do que os do Rio de Janeiro, em 2016, quando conseguiu a vaga por conta da exclusão dos russos. A confiança está em alta: ele garante não ver adversários impossíveis na briga por pódio.

“Não tem nenhum atleta que é sobrenatural, que não tem como derrotar. Eu vejo mais como algo interno, eu comigo mesmo, de acreditar no meu potencial. Acredito que eu esteja mais preparado nesta Paralimpíada do que a do Rio”, analisou.

O gaúcho está junto com a equipe paralímpica de esgrima finalizando os treinos para Tóquio 2020 no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). O período de treinos teve o investimento e organização da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE), com apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), sendo o segundo em menos de um mês nesta reta final para os Jogos.

Os atletas já estão inclusive se preparando para a drástica mudança de fuso. Todos os dias, acordam uma hora mais tarde e fazem todas as atividades também mais tarde. A expectativa de todos é grande. Chaves admite que está tentando segurar a ansiedade para o evento.

“Estamos finalizando os preparos. A gente vai ficando angustiado, porque está chegando a hora, estamos na reta final. Procuramos ficar focados o máximo possível. Não tem muito o que fazer mais, só lapidar um pouco o que falta e seguir com foco”, disse o esgrimista.

Chaves foi afetado pela pandemia assim como a maioria dos atletas. Não houve como manter ritmo de treinos e competições desde o início. Porém, para ele, a pandemia ajudou a aumentar o seu nível de concentração para os Jogos Paralímpicos.

“A pandemia me prejudicou, assim como afetou a todos os atletas, mas, no meu caso, colaborou para eu conseguir ficar mais focado como atleta, no que eu quero, nos meus objetivos. Ela serviu para deixar claro para mim o que eu realmente queria. É óbvio que eu queria treinar com outros atletas e competir, mas serviu para eu me fortalecer psicologicamente”, avaliou.

Foto: Alê Cabral/CPB

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