Japão solicita que delegações de convidados "VIPs" nos Jogos Olímpicos de Tóquio sejam limitadas - Surto Olímpico

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Japão solicita que delegações de convidados "VIPs" nos Jogos Olímpicos de Tóquio sejam limitadas

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Por conta da pandemia do coronavírus, o Japão pediu que os países limitem em 11 pessoas a delegação com os dirigentes que vão acompanhar os chefes de estado - os chamados convidados "VIP" - nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Segundo a agência Kyodo News, a restrição visa possibilitar a diplomacia olímpica, ao mesmo tempo em que controla a disseminação do coronavírus durante o megaevento.


Ainda de acordo com a imprensa japonesa, as nações também serão solicitadas a limitar o tamanho das delegações ministeriais, como aquelas chefiadas pelo ministro do Esporte, a cinco pessoas cada. Todos os membros destas delegações serão submetidos a testes PCR para identificação do coronavírus 72 horas antes de viajar ao Japão, bem como logo após sua chegada.


Todas as medidas foram impostas pelo governo japonês como forma de evitar surtos de coronavírus durante o megaevento. Tóquio, a cidade-sede dos Jogos, está inserida em um estado de emergência desde o início de janeiro e tem conseguido controlar a disseminação. Uma abertura de fronteiras em massa poderia levar as novas variantes do vírus ao território, comprometendo o progresso japonês.  


Entre outras restrições admitidas pelas fontes ouvidas pela mídia japonesa, os visitantes VIPs terão uma estadia severamente restrita durante a Olimpíada, com mínimo acesso aos atletas. Eles também só poderão se locomover em veículos previamente especificados, sendo proibidos de utilizar o transporte público


Antes da pandemia do coronavírus, o governo japonês e o comitê organizador local esperam receber chefes de estado de mais de cem países e regiões independentes durante a cerimônia de abertura dos Jogos. Com a crise global, porém, a situação tornou-se incerta e os organizadores trabalham para confirmar a visita da maior quantidade possível de dirigentes.


Foto de capa: Issei Kato/REUTERS


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