Parada das Nações - Grécia - Surto Olímpico

Anúncio

Anúncio
Se inscreva em nosso canal!

SURTO OLÍMPICO














SO













Grécia


Ελλάς


ギリシャ




  • Total de participações: 32


  • Estreia: Atenas 1896


  • Sede: 2 (Atenas 1896 e Atenas 2004)




  • Foto: Reprodução




  • Autor: Danilo Goes


  • Revisão: Mateus Nagime


  • Edição: Patryck Leal


Estreia em Olimpíadas


Campanha
Histórica (32º)


Resultado no Rio 2016


Recorde (Atenas 1896)




  • Ouro: 10


  • Prata: 17


  • Bronze: 19


  • Total: 46




  • Ouro: 33


  • Prata: 43


  • Bronze: 40


  • Total: 116




  • Ouro: 3


  • Prata: 1


  • Bronze: 2


  • Total: 6




  • Ouro: 10


  • Prata: 17


  • Bronze: 19


  • Total: 46


Estreia em Olimpíadas




  • Ouro: 10


  • Prata: 17


  • Bronze: 19


  • Total: 46


Campanha
Histórica (32º)




  • Ouro: 33


  • Prata: 43


  • Bronze: 40


  • Total: 116


Resultado no Rio 2016




  • Ouro: 3


  • Prata: 1


  • Bronze: 2


  • Total: 6


Recorde (Atenas 1896)




  • Ouro: 10


  • Prata: 17


  • Bronze: 19


  • Total: 46


Ano novo, site novo, 'parada' nova. Iniciando o 2021 do Surto Olímpico com a esperança de que finalmente as Olimpíadas de Tóquio sejam realizadas, o Surto preparou novidades no nosso queridinho.
Sejam bem-vindos (novamente) a Parada das Nações!




  • Dados Gerais




  • Extensão territorial: 131,957 km²


  • População: 129,6 milhões


  • Capital: Atenas


  • PIB: US$ 218.139 bilhões (R$ 1,1 trilhão)


  • IDH: 0,855 (muito alto)


  • Moeda Oficial: Euro


  • Idioma Oficial: Grego


  • Continente: Europa


  • Declaração de Independência: 25/03/1821


  • Presidente: Katerina Sakellaropoulou


  • Código do COI: GRE




  • Introdução


+ História e histórico do esporte grego


A República Helênica abre a Parada das Nações. A Grécia - como a República é conhecida -, sem dúvidas, é a nação mais importante na história dos Jogos Olímpicos. Foram eles os inventores dos Jogos, realizados desde a Grécia Antiga. Estudos apontam como 776 a.C. sendo o primeiro ano de competições nos Jogos da Antiguidade.


Os eventos atléticos eram realizados em Olímpia e traziam um tempo de paz para as colônias constantemente em guerra. Outro fator importante era a adoração aos deuses, em especial Zeus - o pai de todos - em seu santuário eram celebradas as cerimônias .


O marco da Grécia na história mundial do esporte estava apenas começando. A exaltação do corpo masculino, por exemplo, foi algo marcante nos Jogos da Antiguidade e levado para o desenvolvimento do esporte mundial.


No século XIX, quando os esportes modernos surgiram, mais um passo marcante na história grega. A Grécia foi novamente pioneira, sediando em Atenas o primeiro Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896.


Como precursora, a Grécia é o primeiro país no desfile de abertura dos Jogos, além de ser uma das quatro nações que participaram de todas as edições dos Jogos Olímpicos. O melhor desempenho foi logo na primeira edição, com 10 ouros, 17 pratas e 19 bronzes, terminando como a segunda melhor nação no quadro de medalhas.


Após ser sede da primeira competição da Era Moderna, os helênicos voltaram a receber os Jogos Olímpicos em 2004, novamente em Atenas. Com a torcida agraciando, os atletas gregos conquistaram 16 medalhas (6 ouros, 6 pratas e 4 bronzes), a segunda melhor participação olímpica.



Em toda a história olímpica da Grécia, os gregos obtiveram 33 ouros, 43 pratas e 40 bronzes, totalizando 116 medalhas. Na última edição, na Rio 2016, a delegação helênica saiu com seis medalhistas (3 ouros, 1 prata, 2 bronzes), voltando a conquistar uma medalha de ouro após oito anos de hiato.




  • Modalidades


+ Atletismo


O atletismo é a força histórica dos gregos. Das 110 medalhas na história olímpica, 29 foram do atletismo.  O maior destaque é Konstantinos Tsiklitiras, seis vezes medalhista ao conquistar um ouro, duas pratas e um bronze no salto horizontal entre 1908 e 1912. 


Outros nomes merecem serem citados, como Chrysopigi Devetzi, medalhista de prata em Atenas 2004 e detentora da quinta melhor marca da história no salto triplo, com 15,32m, e Konstantinos Kenteris, ouro em Sidney 2000 - o único branco a vencer uma prova de 200m rasos desde 1980.


Hoje a Grécia não é mais a mesma potência no esporte como já foi há alguns anos. Em 2004, na Olimpíada de Atenas, os gregos saíram com cinco medalhas no atletismo e entraram em um jejum de celebrações. A falta de pódios no atletismo terminou com o ouro de Ekaterine Stefanidi saltando 4,85m na prova de salto com vara na Rio 2016. Stefanidi segue entre as principais saltadoras do mundo e foi campeã mundial em 2017 e medalha de bronze em 2019, o que a credencia como esperança do atletismo grego em Tóquio.

Konstantinos é recordista de medalhas para Grécia com seis ao total - Foto: Arquivo

+ Vela


A vela é a esperança atual da delegação helênica. Das sete medalhas na modalidade, cinco vieram das últimas seis edições de Jogos Olímpicos. Na última edição, no Rio de Janeiro, Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis ficaram com o bronze na classe 470 masculino e continuam entre os melhores do mundo. No final de 2019 eles terminaram na quarta colocação no Mundial da classe 470. Já no início de 2020, o resultado foi um top 6 na Copa do Mundo de Miami.


Outros nomes da vela grega estão entre os melhores do mundo e podem surpreender com uma medalha. Como exemplo, temos Maria Bozi e Rafailina Klonaridou na classe 470 feminina, que conquistaram um quinto lugar na Copa do Mundo de Miami, em janeiro de 2020 e Vasileia Karachaliou, atual número 2 do mundo na classe laser radial.


 

Pyrro ainda é o maior medalhista olímpico do levantamento de peso - Foto: Divulgação/IWF


+ Levantamento de Pesos


Até 2004, 15 medalhas foram conquistadas nesta modalidade pelos gregos, com seis ouros, cinco pratas e quatro bronzes. O esporte que ‘nomeia’ os atletas mais fortes do mundo sempre foi contemplado pelo país que teve em sua civilização uma característica marcante de exaltação ao corpo musculoso


De toda essa história, que começou ainda na Grécia Antiga, surgiu o moderno esporte de Levantamento de Pesos. Nas primeiras Olimpíadas modernas, saíram Akakios Kakiasvilis e o lendário Pyrros Dimas - ídolo do esporte grego e um dos maiores halterofilistas da história - com três ouros e um bronze de 1992 a 2004. Até hoje Pyrros é o maior medalhista do levantamento de pesos em Olimpíadas. No entanto, o tempo fértil de bons halterofilistas parece que acabou, e o levantamento de pesos, que era uma grande força dos gregos, não tem bons resultados recentemente.




  • Destaques



Anna Korakaki (Tiro Esportivo): Anna colocou a Grécia novamente no radar do tiro esportivo, quase um século depois das primeiras medalhas dos gregos na modalidade. Na Rio 2016, Korakaki se tornou a primeira mulher grega a conquistar duas medalhas na mesma edição de Jogos, com o ouro na pistola 25m e o bronze na pistola de ar 10m.


Desde 1912 que um atleta grego não levava duas medalhas em uma mesma edição. Em 2018 ela foi campeã mundial da pistola de 10m e segue sendo a principal favorita na prova. Já em 2020, ela conquistou mais um feito: primeira mulher a iniciar o revezamento da tocha olímpica. Com todos esses feitos, Anna Korakaki ainda é favorita para ser porta-bandeira da Grécia em Tóquio.




Korakaki iniciando o revezamento da tocha olímpica - Foto: COI



Eleftherios Petrounias (Ginástica Artística): Eleftherios é o novo queridinho das argolas. Em 2016 ele foi campeão olímpico, além de vencer o Campeonato Mundial em 2017 e 2018. Principal adversário de Arthur Zanetti, no entanto, foi ‘mal’ no Mundial de 2019, em Stuttgart, e ainda não assegurou vaga em Tóquio por ter terminado fora do pódio.



Ekaterini Stefanidi (Atletismo): campeã olímpica no salto com vara em 2016, Stefanidi, que foi ouro em 2017 e bronze em 2019 nos Mundiais, segue na batalha para subir novamente no topo do pódio da modalidade.



Stefanos Tsitsipas (Tênis): número 6 do mundo no ranking da ATP, Tsitsipas é um dos novos tenistas com muito talento. Aos 22 anos, é o mais jovem entre os top 10 da ATP. Em 2020 ele conquistou o título do Open 13 Provence, em Marseille, e sonha beliscar uma medalha em Tóquio.



Giannis sendo marcado contra o Brasil em partida pelo Mundial de 2019 - Foto: Wang Zhao/AFP



Giannis Antetokounmpo (Basquete): com a tradição de ter sido um dos países fundadores da FIBA, em 1932, e ter conquistado a medalha de prata no Mundial de 2006, a Grécia sempre revela bons jogadores para o mundo do basquetebol. Apelidado de “greek freak”, o gigante grego é atual bi-MVP da NBA, além de ter assinado recentemente o maior contrato da história da NBA no valor US$228 milhões (R$ 1,16 bilhão), válidos por cinco temporadas no Milwaukee Bucks.



Maria Prevolaraki (Luta Livre): outro nome de destaque da delegação grega é Maria. Na categoria até 53kg, a lutadora grega foi bronze no Mundial de Paris, em 2017, e saiu com o ouro na Copa do Mundo de Belgrado, na Sérvia, realizada em dezembro de 2020. O título recente coloca Prevolaraki de vez entre as candidatas ao ouro em Tóquio.



Kristian Gkolomeev (Natação): Gkolomeev é atual medalhista de prata nos 50m livre, feito realizado no Mundial de Gwangju, em 2019. O nadador grego é um dos adversários do brasileiro Bruno Fratus e tem tempo para brigar por medalha em qualquer competição que disputar.





  • Outras Publicações



Parada das Nações – Islândia



Parada das Nações – Islândia


Mateus Nagime


Parada das Nações – Grécia



Parada das Nações – Grécia


Danilo Goes

Logo White Small
White-Medium

Nenhum comentário:

Postar um comentário