Torneio reúne nove atletas brasileiros no Campo Olímpico de Golfe


O Comitê Rio 2016 confirmou os detalhes do evento-teste marcado para 8 de março no recém construído Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. A competição será um evento de exibição fechado ao público, em formato stroke play (no qual vence o jogador que completar o circuito com o menor número de tacadas), com a participação de nove atletas, todos brasileiros.

O novo campo, construído para sediar o primeiro torneio olímpico de golfe desde os Jogos Saint Louis 1904, foi inaugurado em novembro do ano passado. Assinado pelo americano Gil Hanse, o circuito tem 970 mil m² de extensão e capacidade para 15 mil torcedores durante os Jogos Rio 2016, entre os dias 11 e 20 de agosto.

No evento-teste, os jogadores competem divididos em grupos de três, com as primeiras tacadas marcadas para as 11h do dia 8. A equipe masculina que participa do evento é composta por Lucas Lee, Alexandre Rocha, Rafael Becker e Daniel Stapff - atletas que ocupam da segunda à quinta posição entre brasileiros no ranking mundial - e Rafael Barcellos, que é o 12º brasileiro na listagem. Já o time feminino tem as quatro melhores atletas brasileiras no ranking mundial - Miriam Nagl, Victoria Lovelady, Candy Hannemann e Luciane Lee.

Sem a presença de público, o Comitê vai se concentrar em testar as operações na nova instalação. Uma delegação da Federação Internacional de Golfe (IGF) estará presente para garantir, junto à equipe do Rio 2016, que todas as áreas-chaves sejam testadas. "É um circuito difícil, com muito vento. Vai exigir o melhor de cada atleta. Será importante para nós ouvir o feedback dos atletas", afirma Claudia Guedes, líder de competição do golfe no Comitê.

A força de trabalho do Rio 2016 no evento conta com 104 voluntários – 80 dedicados à área de resultados e 24 especialistas no esporte.

Construído integralmente a partir de recursos privados, o Campo Olímpico de Golfe se tornará público após os Jogos. Sua proposta de legado é ajudar a promover o esporte no Brasil, podendo ser usado por projetos sociais, público amador e atletas de ponta para treinamento e recreação.

Foto: Prefeitura do Rio

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