Tainá destaca preparação da Seleção e avalia que pré-olímpico será a competição mais difícil do ano


O Brasil vai para o pré olímpico continental de basquete feminino em Bahía Blanca (ARG) com o que tem melhor e uma das mulheres de confiança de José Neto é a ala-armadora Tainá. ela que foi um dos destaques na final contra os Estados Unidos nos Jogos Pan-americanos de Lima com 24 pontos, disse em entrevista exclusiva ao Surto Olímpico que a equipe está bem preparada para esses três jogos, mas sabe que esse será o torneio mais difícil  dentre os disputados em 2019:

"É certo que este torneio na Argentina será muito difícil. Estamos treinando muito forte, mas obviamente as nossas adversárias também deve estar treinando forte também, porque todas querem estar no pré-olímpico mundial. Mas estamos animadas para esse pré olímpico, que deverá ter um nível técnico muito bom."

Tainá também fez uma breve análise dos adversários, com destaque para a Argentina. Ela acredita que mesmo sem Melissa Gretter, armadora craque do time que está contundida, as donas da casa farão um jogo muito difícil: Com ou sem a melissa, jogar contra a elas sempre é difícil. Não será mais fácil porque ela não está. Temos que entrar fortes, seguras, confiantes, senão elas vão passar por cima de gente, elas vão jogar com o apoio da torcida. Contra Colômbia e Estados Unidos a mesma coisa, e as americanas vão vir completas. Nosso objetivo é entrar na competição sem achar que vai ser fácil por causa de resultados anteriores.

antes armadora de ofício, Tainá vem sendo usada na seleção mais na posição 2, virando uma 'combo guard' - atleta que pode jogar de armadora e de ala-armadora-  no comando de José Neto. Tainá revelou que não tem preferência por posição e joga onde o Técnico José Neto pedir:  "Na seleção era que eu revezava mais entre as posições 1 e 2. Agora tenho revezado bem menos, mas no clube eu tenho jogado mais nessa posição. Não tenho preferência de posição não, onde eu couber melhor na parte tática da seleção eu vou jogar e fazer o meu melhor."

Por fim, Tainá destacou o impacto positivo que José Neto teve na seleção feminina, tirando a pressão das jogadoras: "Ele deixou o ambiente muito mais leve. Apesar da gente saber que temos a responsabilidade de fazer bons campeonatos, acho que ele deixou o peso da responsabilidade mais pra ele, e deixou a gente mais leve em quadra para poder jogar e mostrar o que a gente tem de melhor."

foto: FIBA/Divulgação

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