Nova gestão assume CBDA e afirma que entidade tem dívida de R$ 17 milhões



Após administrações problemáticas, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) busca com uma nova administração se recuperar, mas o caminho será difícil. em entrevista coletiva na última terça (15), o diretor geral da entidade Renato Cordani mostrou que a CBDA tem um passivo de mais 17 milhões de reais, com déficit mensal de 76 mil reais.

Na semana passada, a FINA reconheceu Luiz Fernando Coleho de oliveira como novo mandatário da entidade, até 2021, em substituição a Miguel Cagnoni que foi destituído do cargo. A entidade tem buscado cortar custos, como demissão de funcionários e fechamento da sede, com os funcionários trabalhando no sistema de home office. 

A nova diretoria lamenta afirmar que será impossível prestar contas das dívidas feitas no mandado de Coaracy Nunes, ex-presidente condenado por fraudes de licitações e má gestão de dinheiro público. 

Com pouco arrecadamento, os objetivos da nova diretoria a curto prazo é manter a entidade 'viva' e recuperar o prestígio com futuros investidores. A médio prazo, a diretoria espera até o fim do mandato reduzir significamente parte da dívida milionária e a longo prazo, fazer a entidade lucrar e investir massivamente na base. 

Apesar do caos financeiro, Cordani não acredita que isso vá afetar os esportes aquáticos nos jogos de Tóquio 2020. "Esporte nós temos, com toda a dificuldade nossa natação foi carro-chefe no pan" afirmou.

foto:Sátiro Sodré/SS Press/ CBDA
Com informações de 'A folha de S.Paulo'

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