Levantadores de peso egípcios são supensos do Mundial de 2019 e podem ficar fora de Tóquio 2020


A Federação Egípcia de Halterofilismo (EWF em inglês) foi banida por dois anos pelos casos de doping envolvendo adolescentes registrados em dezembro de 2016. Com a punição, os atletas egípcios estão de fora do Mundial desse ano realizado em Pattaya, na Tailândia, e correm o risco de não participarem dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

A decisão foi tomada nesta terça-feira (17) pelo Painel de Sanções da Federação de Membros Independentes (IMFSP em inglês), que é nomeado pelo Conselho Executivo da Federação Internacional de Halterofilismo (IWF em inglês). A Federação Egípcia ainda tem 21 dias para apelar ao Tribunal de Arbitragem do Esporte para alteração da sentença.

Com essa suspensão, grandes nomes da modalidade, como o ex-campeão mundial dos 77 kg, Mohamed Ehab, e Sara Ahmed, bronze no Rio 2016, estão ausentes no principal torneio deste ano. Kamal Mahmoud Mahgoub, presidente da Federação Egípcia, afirma que irá recorrer da decisão e não escondeu sua insatisfação com a decisão do Conselho

"Estou decepcionado porque o momento da decisão, na minha opinião, não é boa. A decisão não é perfeita porque esta Comissão (o IMFSP) não sabe o que realmente aconteceu nesses casos." Mahgoub complementou dizendo que complementou dizendo que "a comissão foi fundada em 2018 e nossos casos foram em 2016. Muitas coisas aconteceram em relação a esse tema e que não sabemos".

E resposta a Mahgoub, o presidente da IWF, Tamás Aján, afirmou: "Ninguém delega influências sobre quem tem casos positivos, mas todo mundo sabe que a IWF tem uma regulamentação muito rigorosa na luta contra o doping em nosso esporte. Dediquei minha vida ao esporte limpo de halterofilismo e continuarei com isso".

Foto Getty Images

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