Sul-Americano de Atletismo Sub-20 2019 - Último dia



O Brasil manteve a sua hegemonia no Campeonato Sul-Americano Sub-20 de Atletismo, encerrado na noite do domingo (16/6), no Estádio Pedro Grajales, na cidade de Cáli, na Colômbia. A equipe foi campeã na classificação masculina, feminina e geral.

No masculino, a delegação somou 212 pontos, seguida da Colômbia, com 135, e da Argentina, com 74. No feminino, numa disputa mais apertada, as brasileiras venceram com 184 pontos, contra 163 das colombianas. As chilenas ficaram em terceiro, com 77. Na classificação geral, o Brasil somou 396 pontos, superando mais uma vez a Colômbia, o principal adversário do continente, que totalizou 298 pontos. 

A carioca Lorraine Martins conquistou na manhã deste domingo (16/6) o bicampeonato nos 200m com a marca de 23.53 (vento contra de 0.7), mas o suficiente para garantir a sua hegemonia na competição. Ela já havia conquistado no sábado (15/6) o bi dos 100 m.

Rainha da velocidade sub-20, a atleta de grande potencial, de 19 anos, se destacou nas categorias de base. Foi quarta colocada nos 100 e nos 200 m, por exemplo, no Mundial Sub-18 de Nairóbi, do Quênia, em 2017. E, no ano passado, foi finalista nas duas provas no Mundial da Finlândia. Este ano, integrou a equipe titular adulta quarta colocada no Mundial de Revezamentos de Yokohama, no Japão, em maio.

Na prova masculina dos 200 m, a vitória foi de Lucas Conceição Vilar, ganhador da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires, com o tempo de 20.71(-1.4).

Ainda pela manhã, o Brasil ganhou oito medalhas: quatro de ouro, duas de prata e duas de bronze. Nos 3.000 m com obstáculos, Jeovana Fernanda dos Santos foi a primeira colocada, com 11:24.14. A outra medalha de ouro foi obtida por Elton Junio Petronilho, no salto em altura, com 2,12 m.

No lançamento do disco, Alan Christian de Falchi ficou com a medalha de prata, com 56.87 m, atrás do favorito chileno Claudio Romero, com 62,68 m. Já nos 800 m, Agnaldo Barbosa Gonzaga, com 1:49.38. Ele havia sido prata nos 1.500 m.

No peso feminino, a chilena Javiera Bravo levou o ouro, com 14,80 m, surpreendendo. A brasileira Rafaela Cristine Sousa ficou em segundo lugar, com 14,61 m, seguida de Gleice Stefaine de Castro, com 14,07 m.

Na última etapa da competição, o Brasil ganhou mais 12 medalhas (cinco de ouro, cinco de prata e duas de bronze). No geral, a equipe terminou com 39 medalhas nos dois dias de evento, com 19 ouros, 14 pratas e 6 bronzes.

No salto triplo feminino, o Brasil conseguiu dobradinha, com vitória de Maria Vitória Queiroz, com 12,81 m (0.1), seguida de Nerisnelia dos Santos Sousa, com 12,75 m (-0.1).

Nos 400 m com barreiras, Caio de Almeida Teixeira confirmou o favoritismo e venceu com 51.05. Outras medalhas de ouro foram conquistada por Jonathan da Silva, no decatlo, com 6.561 pontos, e pelos revezamentos 4x400 m feminino (3:37.24) e masculino (3:09.37).

Nos 400 m com barreiras, categoria feminina, Jéssica Vitória Moreira ficou em segundo lugar, com 57.28, seguida de Chayenne Pereira da Silva, com 57.85. A campeã foi a colombiana Valeria Cabezas Caracas, com 57.28.

Medalhas de prata foram conquistadas no lançamento do disco, com Rafaela Cristina da Silva, com 47,68 m, no salto em distância com Adrian Henrique Vieira, com 7,23 m (1.4) e no heptatlo, com Juliana Estevão Oliveira, com 4.937 pontos. Paloma Dias Cardoso ficou com a medalha de bronze, com 4.861.

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