Com jovens promessas do tênis de mesa, Brasil disputa Sul-Americano na Argentina


A Seleção Brasileira inicia nesta quarta-feira (3) a disputa do Campeonato Sul-Americano de Tênis de Mesa, em Buenos Aires, na Argentina. A competição vai até o próximo domingo (7), e o Brasil será representado por vários jovens talentos das mesas, como Diogo Silva, Giulia Takahashi, Laura Watanabe, Livia Lima e Lucas Paiva, com apenas um jogador mais experiente, o amazonense Israel Barreto.

A maioria destes atletas brilhou recentemente no Sul-Americano Infantil e Juvenil e no Aberto do Chile, competição do Circuito Mundial Junior. Na última, Laura Watanabe foi a campeã infantil e Giulia Takahashi levou o título juvenil. Agora, no entanto, a chave deve ser virada e o desafio é bem maior.

“O Brasil tem um nome respeitado, com atletas com tradição nessa competição. Vamos como uma equipe muito boa e qualificada. Nossa meta é ficar no mínimo entre os três primeiros. Mas esperamos mais", contou Israel Barreto, 42 anos, que disputará o torneio de duplas masculino com Diogo Silva.

O primeiro dia de Sul-Americano vai começar com a disputa por equipes. Lucas, Diogo e Israel compõem a equipe masculina e Laura, Giulia e Livia, a feminina. Nas duplas mistas, os representantes serão Giulia Takahashi e Israel Barreto.

Para Laura Watanabe, o fato de ser uma jogadora da base disputando entre os adultos só faz com que seu jogo seja mais leve: “O nível das jogadoras é mais forte porque são adultas. Mas eu não tenho pressão nenhuma. A pressão é delas, vou entrar na mesa como se fosse qualquer outra adversária. Vou dar o meu máximo e que vença o melhor”. Companheira na disputa de duplas feminina, Giulia Takahashi concorda: “Vou jogar com pessoas bem mais velhas, então vou jogar solta. Mas sempre com o objetivo de ganhar e fazer meu melhor. Vai ser contra adversários que nunca enfrentei, então vai ser uma nova experiência que vou gostar bastante”, projetou a atleta, que completou 14 anos nesta terça-feira.

Por sua vez, Livia Lima e Diogo Silva têm uma distância menor da categoria de origem (ambos juvenis). E pretendem fazer uma grande participação nesta primeira chance entre os adultos.

“Eu fiquei bem feliz com a convocação. Não estava esperando Seleção adulta já, neste momento. Eu espero conseguir manter o nível das participações que tive recentemente, fora do país. Vou fazer meu jogo, independentemente do resultado. O que vale é eu conseguir fazer meu jogo com as adultas”, disse Livia.

“Vai ser uma oportunidade única, não é sempre que temos uma oportunidade assim. Jogar ao lado de seleções adultas de todos os países vai ser uma boa experiência para eu levar na minha vida. Espero jogar bem”, finaliza Diogo Silva.

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