Em artigo, Thomas Bach afirma que ' Jogos Olímpicos mudaram para não serem mudados'

Em artigo para o jornal 'Financial Times', o presidente do COI Thomas Bach falou das profundas mudanças que vem fazendo para os jogos olímpicos continuarem a ficar relevantes no mundo, buscando fazer que os jogos olímpicos se adaptem às cidades e não o contrário, tudo com a ajuda da Agenda olímpica 2020:

"No passado, a licitação para os Jogos Olímpicos era como se candidatar a uma franquia. Perguntamos aos possíveis anfitriões como eles mudariam suas cidades para ganhar os Jogos Olímpicos. Isso tornou o processo muito oneroso e caro, excluindo muitos países. Agora percebemos que devemos perguntar como podemos adaptar os jogos para melhor atender às necessidades de longo prazo de sua cidade? Nós fundamentalmente transformamos o processo, tornando os jogos mais viáveis ​​e sustentáveis ​​de organizar. Nenhuma construção permanente é necessária. " Diz bach no seu  artigo.

Bach afirmou também que Paris e Los Angeles já se beneficiam do novo formato, com Paris usando 93% de instalações já existentes e Los Angeles 97%, que levará a eventos olímpicos mais sustentáveis e econômicos no futuro

Bach também falou do aumento da abrangência do programa olímpico com Tóquio 2020 sendo os jogos mais urbanos e mais equilibrados em termos de gênero na história e dos jogos da Juventude em Buenos Aires,o primeiro com total igualdade de gênero.

No fim, o presidente do COI falou da maior flexibilidade com os contratos firmados com as cidades-sede a partir de agora e a busca pela total integridade das próximas escolhas: Aprendendo com os problemas do passado, também acrescentamos um compromisso explícito com os direitos humanos no contrato da cidade-sede e uma seção específica destinada a combater a corrupção. Agora temos regras mais fortes para evitar qualquer má conduta, incluindo no processo de votação."

"O COI sabe que essas novas regras não nos tornam imunes à corrupção e à má conduta. Nenhuma organização neste mundo pode ser. Mas agora estamos em uma posição muito mais forte para identificar e sancionar os erros. Temos que agir agora para preservar a credibilidade do esporte. No final do dia, o futuro dos jogos depende disso." Concluiu.


Para ver o artigo completo na íntegra, clique aqui.
foto: COI/Divulgação

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