Com problemas no seguro, Cristiano Felício é dispensado da seleção brasileira de basquete

A seleção brasileira de basquete não irá contar com Cristiano Felício nos jogos contra Venezuela e Colômbia, pelas Eliminatórias Fiba para o Mundial de 2019, na China. O pivô do Chicago Bulls, da NBA, embarcaria para o Brasil na última quarta-feira, se juntando ao grupo que treina em Campinas, interior de São Paulo, mas a empresa responsável pelo seguros do jogador indicou restrições na apólice contratada. 


Segundo o site globoesporte.com, A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) buscou alternativas, mas a seguradora contratada condicionou a liberação ao pagamento adicional de R$ 1,2 milhão. A CBB buscou alternativas, outra empresa credenciada do ramo foi consultada, mas não atendeu às exigências sobre o período obrigatório de cobertura.

Sem Felício, Aleksandar Petrovic não trará outro jogador para a posição de pivô. Diante da situação, a CBB já se preocupa quanto a utilização de Felício nos próximos compromissos, como o Mundial do ano que vem, caso o Brasil consiga a classificação pelas Eliminatórias: " A CBB passa a trabalhar agora junto com o Chicago Bulls e a NBA para que esta situação seja resolvida o mais breve possível e não prejudique a Seleção Brasileira em futuros compromissos", disse a entidade em nota oficial.

Confira a nota da CBB

O técnico Aleksandar Petrovic não poderá contar com o pivô Cristiano Felício para os jogos contra Venezuela e Colômbia válidos pela terceira janela das Classificatórias da Copa do Mundo FIBA 2019.

O atleta embarcaria em Chicago na última terça-feira, dia 19, se apresentando ontem (4ª feira, dia 20) em Campinas (SP), onde a Seleção Brasileira faz sua preparação, mas a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) foi informada pela NBA que a empresa responsável pelo seguros do jogador do Chicago Bulls indicou restrições na apólice contratada. Felício não estaria 100% coberto e, por esse motivo, acabou não sendo liberado para os treinamentos.

A seguradora contratada condicionou a liberação do atleta ao pagamento adicional de R$ 1,2 milhão e, diante disso, a CBB buscou alternativas. Outra empresa credenciada do ramo foi consultada, mas não atendeu às exigências sobre o período obrigatório de cobertura.

A CBB passa a trabalhar agora junto com o Chicago Bulls e a NBA para que esta situação seja resolvida o mais breve possível e não prejudique a Seleção Brasileira em futuros compromissos.

foto: Getty Images

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