Tênis de mesa serve de ferramenta para reabilitação em São Paulo

Em tempos de inclusão social, o tênis de mesa vai muito além das competições pelo mundo. No dia 2 de fevereiro, foi ministrado um curso para profissionais de Educação Física, como forma de inserir a modalidade como ferramenta na reabilitação.

A Rede Lucy Montoro, em São Paulo, abriu suas portas para que 13 profissionais recebessem os ensinamentos de Lincon Yasuda e Marcelo Wojciuk. Esse encontro teve apoio da CBTM e o objetivo principal de ensinar técnicas básicas para que estes profissionais incluam o tênis de mesa na recuperação de pacientes em fase de reabilitação.

“Foi importante que eles tenham compreendido bem a metodologia e alguns princípios básicos da modalidade. É fundamental o entendimento da linguagem e do método. O resultado foi bastante satisfatório”, destacou Lincon Yasuda, um dos professores do curso, coordenador geral das Seleções Olímpicas de Tênis de Mesa e, também, um dos técnicos da Seleção feminina.

Junto com Yasuda, responsável pela parte técnica do curso, esteve Marcelo Wojciuk, cuidando da programação teórica. A participação de mulheres (quase a metade) entre os inscritos para o curso, também chamou a atenção dos mestres.

“Num mercado ainda predominantemente masculino, a participação das mulheres foi uma grata surpresa. Muito importante nesse projeto de reabilitação com foco no aprendizado das técnicas do tênis de mesa”, concluiu Yasuda.


A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, onde o curso foi ministrado, é uma entidade que conta com 17 unidades (a primeira inaugurada em 2009) pelo interior do Estado de São Paulo e outra unidade na capital. A Rede tem cerca de 100 mil atendimentos mensais em consultas, terapia ocupacional e tratamentos de última geração. 

Foto: CBTM


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