Duda Amorim celebra prêmio de melhor defensora do mundo: "Quero ser lembrada como um dos grandes nomes do handebol"

Duda Amorim não se contenta apenas em colecionar troféus e medalhas. A armadora de 31 anos, um dos pilares da seleção feminina de handebol, quer construir um legado para o esporte que abraçou e ser lembrada como uma das melhores jogadoras da história. Os prêmios que reconhecem seu talento mostram que a brasileira já está deixando sua marca.

Duda acaba de ser eleita a melhor defensora do mundo pelo renomado site Handball Planet, em uma votação realizada entre 16 jornalistas de 13 países diferentes, todos especialistas em handebol. A brasileira, que defende o Gyori Audi ETO KC, da Hungria, recebeu 42% dos votos --a segunda colocada, Kelly Dulfer, da Holanda, obteve 27%.

“No handebol, as pessoas em geral só olham os gols. É legal ser reconhecida pela defesa também. Fiquei muito feliz com a premiação”, disse Duda, que já recebeu o prêmio de melhor jogadora do mundo da Federação Internacional de Handebol em 2014.

Duda também comentou sobre a seleção e o técnico Jorge Duenãs: "Temos uma fase de treinos em março e o Sul-Americano em maio. Será uma fase de muitas conversas sobre o Mundial (de 2017) e o nosso futuro. Acredito que o técnico Jorge Dueñas terá a chance de trazer atletas novas para serem testadas e Acredito que ele vai continuar nos conhecendo. Discutir os vídeos do Mundial será muito importante para traçarmos metas para o futuro." 

A armadora se recupera de uma fratura na mão direita e espera estar de volta à quadra em um mês. Enquanto isso não acontece, retomou os exercícios para manter a forma física e já traça os planos para 2018, que não incluem derrota: “Quero ganhar a Liga dos Campeões com meu clube e o Sul-Americano com a seleção”.

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