UTI investiga possível doping de Henri Schoeman nas Olimpíadas do Rio 2016

A Federação Internacional de Triatlo (UTI) começou uma investigação para apurar um possível caso de doping ocorrido nas Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016 envolvendo o medalhista de bronze, Henri Schoeman, da África do Sul. Alegações de que uma possível substância proibida foi encontrada nas amostras de Schoeman surgiram e estão sendo analisadas pela UTI. No Rio o sul-africano também conquistou a medalha de bronze.

A UTI emitiu um comunicado confirmou que foi informada de um possível resultado positivo para doping. "A ITU foi informada de alegações envolvendo Henri Schoeman e uma descoberta analítica adversa que teria ocorrido durante os Jogos Olímpicos do Rio 2016. A UTI lançou imediatamente uma investigação sobre o assunto. A ITU esteve em contato com o atleta, que está cooperando plenamente fornecendo informações. Deve-se notar que a ITU não era a autoridade de teste ou gerenciamento de resultados para esta amostra. De acordo com as regras de antidopagem dos Jogos Olímpicos do Rio, para todas as amostras coletadas durante os Jogos Olímpicos do Rio, o COI foi responsável pelo programa de testes e a Divisão Antidopagem do CAS (a partir da Rio 2016) responsável pela gestão e sanção de resultados de um atleta quanto aos resultados olímpicos”, dizia a nota.

Em 2016, Henry Schoeman ganhou o bronze nos Jogos Olímpicos no Rio atrás dos irmãos Brownlees, da Grã-Bretanha, e no mesmo ano venceu o WTS Grand Final em Cozumel, depois que Jonny Brownlee quase entrou em colapso e foi ajudado na linha de chegada pelo irmão Ali.

Foto: Getty Images


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